A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) informou nesta terça-feira (11) que o caso da adolescente, de 14 anos, que foi sequestrada ao sair da escola e supostamente estuprada por um dos sequestradores na semana passada foi uma farsa. De acordo com a jovem, o sequestro teria acontecido no bairro Dirceu Arcoverde, na zona Sudeste de Teresina.
De acordo com a polícia, durante investigação a Delegada Marcela Sampaio descobriu o verdadeiro local onde a garota estava ao meio-dia, contradizendo a informação de que ela teria sido levada na saída da escola. A polícia ainda afirmou que o matagal que a jovem indicou estava intacto e não tinha indícios da passagem de ninguém.
Outro elemento investigado foi o barro encontrado na roupa da jovem, segundo a polícia o barro encontrado nas roupas da jovem era avermelhado, diferente da areia que tinha no local indicado por ela. A polícia ainda informou que ao lado do local que a jovem levou a polícia existe uma casa abandonada, que poderia ter sido utilizada pelos sequestrados, mas ela relatou que não tinham a levado para lá.
Durante as investigações, a polícia chegou até uma testemunha que informou que após saírem da escola elas foram para a casa de uma amiga e almoçaram lá, o que foi mais um ponto que comprovou a farsa da jovem. Durante novo depoimento, a jovem informou que havia perdido a sua virgindade com um colega e estava com medo de contar para a família, com medo de retaliação.
Após o sequestro, a jovem foi submetida a um exame da Maternidade Dona Evangelina Rosa e ficou constatado que ela não foi estuprada. A jovem vai responder na Justiça pelo ato de Denunciação Caluniosa, por ter inventado toda a história e ter feito a polícia investigar um crime que não existiu.
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De acordo com a polícia, durante investigação a Delegada Marcela Sampaio descobriu o verdadeiro local onde a garota estava ao meio-dia, contradizendo a informação de que ela teria sido levada na saída da escola. A polícia ainda afirmou que o matagal que a jovem indicou estava intacto e não tinha indícios da passagem de ninguém.
Outro elemento investigado foi o barro encontrado na roupa da jovem, segundo a polícia o barro encontrado nas roupas da jovem era avermelhado, diferente da areia que tinha no local indicado por ela. A polícia ainda informou que ao lado do local que a jovem levou a polícia existe uma casa abandonada, que poderia ter sido utilizada pelos sequestrados, mas ela relatou que não tinham a levado para lá.
Durante as investigações, a polícia chegou até uma testemunha que informou que após saírem da escola elas foram para a casa de uma amiga e almoçaram lá, o que foi mais um ponto que comprovou a farsa da jovem. Durante novo depoimento, a jovem informou que havia perdido a sua virgindade com um colega e estava com medo de contar para a família, com medo de retaliação.
Após o sequestro, a jovem foi submetida a um exame da Maternidade Dona Evangelina Rosa e ficou constatado que ela não foi estuprada. A jovem vai responder na Justiça pelo ato de Denunciação Caluniosa, por ter inventado toda a história e ter feito a polícia investigar um crime que não existiu.
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