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Deputado Jesus Rodrigues discorda de prefeito e afirma "forma de tentar negar apadrinhamento"

O deputado Jesus Rodrigues discorda da opinião do prefeito e afirma que a declaração de Paulo Martins é uma forma de tentar negar o a influência e poder do apadrinhamento.

O deputado federal Jesus Rodrigues (PT) enviou ao GP1 direito de resposta sobre matéria intitulada "A deputada Rejane Dias não depende do senador Wellington Dias para se eleger", diz Paulo Martins.

Na matéria Paulo Martins (PT), prefeito de Campo Maior, afirmou que a deputada Rejane Dias (PT) não precisaria do apoio do marido, senador Wellington Dias (PT), para se eleger como deputada federal nas eleições de 2014.

Imagem: Francyelle Elias/ GP1 Jesus Rodrigues(Imagem:Francyelle Elias/ GP1 )Jesus Rodrigues

No entanto, o deputado Jesus Rodrigues, que desistiu recentemente de concorrer à reeleição na Câmara, discorda da opinião do prefeito e considera que a declaração de Paulo Martins é uma forma de tentar negar o a influência e poder do apadrinhamento.

Confira nota na íntegra!


“Li recentemente o comentário do Prefeito Paulo Martins no Portal GP1 de que "a deputada Rejane Dias não depende do senador Wellington Dias para se eleger". A frase pode parecer despretensiosa quando deslocada do contexto geral, mas tem algumas intenções nas entrelinhas, se não vejamos.

Dizer que a candidatura de Rejane é independente de Wellington pode ser uma forma de desqualificar minha justificativa para sair da campanha, pode ser para se justificar ou ainda negar a influência e o peso do apadrinhamento. Por falar em apadrinhamento, não considero natural o “esquecimento” do Prefeito Paulo ao não dizer que o seu irmão, Aluísio Martins, concorrerá a uma vaga de deputado estadual nestas eleições. Paulo poderia garantir que Aluísio não depende de seu apoio e que não intercederá pelo irmão junto às suas lideranças e apoiadores?

Só para deixar claro, reconheço o direito de Aluísio – homem de bem, professor universitário e advogado geral da União – e de Rejane lançarem seus nomes para a disputa eleitoral, por isso, a questão aqui não é sexista, mas de apadrinhamento, no caso irmão e esposa. Essa prática tem o nome de oligarquia, há pouco tempo atrás recebia críticas pesadas dos referidos padrinhos e seu combate uma das bandeiras do Partido”.


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