O Ministério Público Federal por meio do Procurador da República no Piauí, Pedro Henrique Oliveira Castelo Branco, resolveu instaurar inquérito civil para investigar supostas irregularidades na Reserva Marinha Delta do Parnaíba, dirigida por Deolino Moura Neto e coordenada por Eugênia Medeiros.
As irregularidades foram denunciadas por Jean Carlos Batista, Gracimar Costa de Carvalho, Juvenal de Carvalho Gaspar, José Raimundo Brito Oliveira e Francisco das Chagas Brito Oliveira.
Os denunciantes informaram ainda que há indícios de corrupção na gestão de recursos federais pela Associação de Moradores da Ilha Grande - AMIC, presidida presidida por Mônica Maria de Oliveira Costa.
Afirmaram também que não houve o recebimento dos créditos do INCRA no valor de R$ 2,4 mil e posteriormente, quando estes fossem aplicados, os moradores da reserva teriam direito ao recebimento do crédito habitacional no valor de R$ 15 mil.
Outras denúncias apontadas referem-se as irregularidades na construção de casas sob a supervisão do Centro de Apoio aos Movimentos Populares – CAMP; e a não conclusão de dois projetos da FUNASA (construção de poços artesianos e construção de banheiros).
A portaria foi assinada no dia 25 de março de 2014.
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Afirmaram também que não houve o recebimento dos créditos do INCRA no valor de R$ 2,4 mil e posteriormente, quando estes fossem aplicados, os moradores da reserva teriam direito ao recebimento do crédito habitacional no valor de R$ 15 mil.
Outras denúncias apontadas referem-se as irregularidades na construção de casas sob a supervisão do Centro de Apoio aos Movimentos Populares – CAMP; e a não conclusão de dois projetos da FUNASA (construção de poços artesianos e construção de banheiros).
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