Na manhã deste sábado (12), João Paulo Ribeiro Neto, funcionário da empresa Gelo Polar, foi atingido e morto com vários tiros de revólver no bairro Marquês, na zona Norte de Teresina.
A vítima foi alvejada por dois homens em uma motocicleta que empreenderam uma perseguição a João Paulo até conseguir acerta-lo na Rua Primeiro de Maio. Logo após o crime a Polícia Militar de Teresina foi acionada para realizar as primeiras diligências no local dos tiros.
Um dos acusados, responsável pelos disparos, desceu da motocicleta e alvejou João Paulo Ribeiro Neto. Quando o entregador de gelo já estava caído, houve um intervalo e o pistoleiro disparou mais quatro dias concluindo a execução. O cabo Sousa afirmou que João Paulo Ribeiro Neto foi atingido com dois tiros no peito e morreu no local do tiroteio.
O ex-sogro da vítima, o cabo Barros, que trabalha na Guarda da Polícia Militar na Assembleia Legislativa, afirmou que João Paulo Ribeiro Neto tinha envolvimento com drogas e o assassinato pode ter ocorrido por acerto de contas ou queima de arquivo. Ele falou que João Paulo Ribeiro Neto não era mais casado com sua filha Aline Fernandes Sousa Barros.
O corpo de João Paulo foi resgatado pelo Instituto Médico Legal (IML).
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A vítima foi alvejada por dois homens em uma motocicleta que empreenderam uma perseguição a João Paulo até conseguir acerta-lo na Rua Primeiro de Maio. Logo após o crime a Polícia Militar de Teresina foi acionada para realizar as primeiras diligências no local dos tiros.
Imagem: Josenildo Carvalho
Motoqueiro logo após o acidente
Segundo o cabo Sousa, do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM), disse que a vítima era entregador da fábrica de gelo Polar e estava em uma motocicleta Fan preta, de placa NIU-1345, quando foi seguido pelos acusado que estavam em uma motocicleta Fan preta.
Motoqueiro logo após o acidenteUm dos acusados, responsável pelos disparos, desceu da motocicleta e alvejou João Paulo Ribeiro Neto. Quando o entregador de gelo já estava caído, houve um intervalo e o pistoleiro disparou mais quatro dias concluindo a execução. O cabo Sousa afirmou que João Paulo Ribeiro Neto foi atingido com dois tiros no peito e morreu no local do tiroteio.
O ex-sogro da vítima, o cabo Barros, que trabalha na Guarda da Polícia Militar na Assembleia Legislativa, afirmou que João Paulo Ribeiro Neto tinha envolvimento com drogas e o assassinato pode ter ocorrido por acerto de contas ou queima de arquivo. Ele falou que João Paulo Ribeiro Neto não era mais casado com sua filha Aline Fernandes Sousa Barros.
O corpo de João Paulo foi resgatado pelo Instituto Médico Legal (IML).
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