Os motoristas e cobradores de ônibus de Teresina decidiram na manhã desta sexta-feira (16), após assembleia, que irão deflagrar greve, na próxima quinta (22), caso não haja acordo com o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Teresina (Setut).
O presidente do Sindicato dos Transportes de Empresas de Transportes Rodoviários (Sintetro), Francisco das Chagas Oliveira, conta que os empresários, apresentaram uma proposta de 6% a categoria que não aceitou.
"Nós propomos um reajuste de 13% e como não aceitaram reduzimos para 10% e mesmo assim não aceitaram. Está decidido, caso não ocorra acordo, daremos início a greve, na próxima semana", afirma Francisco das Chagas.
A classe, além do reajuste salarial reivindica redução da carga horária de trabalho de 7h20 para 6h, plano de saúde pago pelos empresários, unificação do tíquete alimentação, aumento da frota de ônibus, que segundo Francisco das Chagas a última pesquisa aponta que em Teresina circulam hoje 426 ônibus, quando o necessário seria 470 e implantação de ar condicionado em 30% da frota, diferente dos 10% proposto no edital.
Está marcada para a próxima segunda-feira (19), mais uma audiência entre as partes. Os trabalhadores do transporte público da capital, irão se reunir em assembleia no dia seguinte (20), com intuito de avaliar a possibilidade de deflagrar uma nova greve.
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Imagem: Brunno Suênio/GP1
Sintetro decide se deflagra greve na próxima semana
Sintetro decide se deflagra greve na próxima semanaO presidente do Sindicato dos Transportes de Empresas de Transportes Rodoviários (Sintetro), Francisco das Chagas Oliveira, conta que os empresários, apresentaram uma proposta de 6% a categoria que não aceitou.
"Nós propomos um reajuste de 13% e como não aceitaram reduzimos para 10% e mesmo assim não aceitaram. Está decidido, caso não ocorra acordo, daremos início a greve, na próxima semana", afirma Francisco das Chagas.
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Sintetro decide se deflagra greve na próxima semana
Sintetro decide se deflagra greve na próxima semanaA classe, além do reajuste salarial reivindica redução da carga horária de trabalho de 7h20 para 6h, plano de saúde pago pelos empresários, unificação do tíquete alimentação, aumento da frota de ônibus, que segundo Francisco das Chagas a última pesquisa aponta que em Teresina circulam hoje 426 ônibus, quando o necessário seria 470 e implantação de ar condicionado em 30% da frota, diferente dos 10% proposto no edital.
Está marcada para a próxima segunda-feira (19), mais uma audiência entre as partes. Os trabalhadores do transporte público da capital, irão se reunir em assembleia no dia seguinte (20), com intuito de avaliar a possibilidade de deflagrar uma nova greve.
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