Com panfletagem, bandeiras, carro de som, e um discurso inflamado, centenas de trabalhadores e trabalhadoras do comércio de Teresina percorreram as principais ruas do centro comercial exigindo a inclusão do vale alimentação na Convenção Coletiva de Trabalho 2014. Ao lado do piso de R$ 1 mil, o vale alimentação se transformou numa bandeira de luta irreversível.
A caminhada pelo vale alimentação chamou atenção dos clientes, transeuntes e da sociedade, através da participação no abaixo-assinado, de apoios e depoimentos de diversos representantes dos movimentos sociais organizados.
Apesar dos patrões fecharem as lojas, muitos trabalhadores e trabalhadoras do comércio denunciaram a humilhação que se transformou o horário do almoço, tendo que fazer refeição rápida e em locais inadequados, como banheiros, depósitos, corredores, para voltarem ao trabalho imediatamente.
A situação dos trabalhadores e trabalhadoras dos shoppings beira ao preconceito e terror. Além de negar o vale alimentação, os comerciários e comerciárias não podem utilizarem a praça da alimentação para comer o que trazerem de suas casas.
“É hora de arregaçar as mangas e exigir dos patrões respeito e reconhecimento. Os comerciários merecem salários dignos e justos e principalmente o vale alimentação. Este é o momento de fazer valer a força e a voz da categoria”, afirmou Maria do Rosário Assunção, diretora de Relações do Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Comércio e Serviços (Contracs).
O vereador Gilberto Paixão (PT), representante da categoria na Câmara Municipal de Teresina, participou da caminhada e denunciou várias irregularidades. “O comércio de Teresina vem, todos os anos, batendo recordes de vendas, o setor patronal comemora o crescimento do setor, mas se negam a repartir o bolo”, afirmou.
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Imagem: Reprodução
Caminhada pelo vale alimentação movimenta centro comercial
Caminhada pelo vale alimentação movimenta centro comercialA caminhada pelo vale alimentação chamou atenção dos clientes, transeuntes e da sociedade, através da participação no abaixo-assinado, de apoios e depoimentos de diversos representantes dos movimentos sociais organizados.
Apesar dos patrões fecharem as lojas, muitos trabalhadores e trabalhadoras do comércio denunciaram a humilhação que se transformou o horário do almoço, tendo que fazer refeição rápida e em locais inadequados, como banheiros, depósitos, corredores, para voltarem ao trabalho imediatamente.
A situação dos trabalhadores e trabalhadoras dos shoppings beira ao preconceito e terror. Além de negar o vale alimentação, os comerciários e comerciárias não podem utilizarem a praça da alimentação para comer o que trazerem de suas casas.
“É hora de arregaçar as mangas e exigir dos patrões respeito e reconhecimento. Os comerciários merecem salários dignos e justos e principalmente o vale alimentação. Este é o momento de fazer valer a força e a voz da categoria”, afirmou Maria do Rosário Assunção, diretora de Relações do Trabalho da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Comércio e Serviços (Contracs).
O vereador Gilberto Paixão (PT), representante da categoria na Câmara Municipal de Teresina, participou da caminhada e denunciou várias irregularidades. “O comércio de Teresina vem, todos os anos, batendo recordes de vendas, o setor patronal comemora o crescimento do setor, mas se negam a repartir o bolo”, afirmou.
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