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Trem com combustível descarrila e 7 mil pessoas são prejudicadas

A direção informou que em decorrência da greve dos motoristas e cobradores da capital, o fluxo de pessoas que utiliza o metrô, aumentou de 10 mil para 15 mil usuários.

Um trem carregado com combustível descarrilou na manhã desta segunda-feira (26), na Vila Boa Esperança, zona sudeste da capital. Segundo a direção da Companhia Metropolitana de Transporte de Teresina, cerca de 7 mil usuários foram prejudicados com o incidente.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina
O diretor da Companhia Antônio Sobral, informou que em decorrência da greve dos motoristas e cobradores da capital, o fluxo de pessoas que utiliza o meio, aumentou de 10 mil para 15 mil usuários. "Cerca de 15 mil pessoas procuram o metrô na época da greve. O fluxo normal é de 10 mil diariamente. A estimativa é que hoje por conta do descarrilamento 7 mil pessoas ficaram sem o atendimento", explica.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina
Ainda de acordo com o diretor, uma equipe de vistoria se encontra no local para reestabelecer a linha. "Acreditamos que antes das 13h a linha já tenha sido liberada", conta Antônio Sobral.
 
A causa do descarrilamento segundo Sobral, ainda é desconhecida. "Ainda não podemos dizer o que possa ter ocasionado o descarrilamento, pois só a perícia que já foi acionada, poderá informar o que de fato ocorreu", ressalta.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina(Imagem:Geísa Chaves/GP1)Trem descarrila carregado com combustível na zona sudeste de Teresina
Um morador que preferiu não se identificar denunciou a quantidade de lixo existente na região. O GP1 esteve no local e comprovou a reivindicação do morador, que informou ainda que casos como o registrado hoje são comuns, pois manutenções não são realizadas com frequência na linha férrea.

Outro lado

Em resposta o diretor, revelou que áreas localizadas nos bairros Mafuá e Dirceu são os pontos mais críticos. “A questão do lixo é um problema forte que temos enfrentado. A população que mora nessas regiões jogue muito lixo na linha férrea. Para ter uma ideia já tiramos sofá e vaso sanitário da linha. Estamos buscando auxílio da prefeitura para colocar coletores de lixo nessas áreas, com intuito de amenizar esse problema. A retirada do lixo é feita de três em três meses. Estávamos esperando o período chuvoso passar pra retornarmos a coleta. Mas é preciso uma conscientização da população”, esclarece.

Em relação à manutenção das linhas férreas Antônio Sobral declarou que a mesma é realizada periodicamente. “Para se ter uma ideia são trocadas quatro mil dormentes (peças de madeira, de metal ou de cimento armado, colocadas no solo, perpendicularmente à via férrea) por ano. Fazemos constantemente o alinhamento e balanceamento das linhas. O último registro de descarrilamento nesse treco ocorreu no dia 24 de maio de 2011. A manutenção das linhas da Transnordestina também são realizadas com frequência”, finaliza


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