A Prefeitura de Timon, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), tem garantido na cidade a realização do Programa Brasil Alfabetizado, do Governo Federal. Adultos com idade avançada que pararam de estudar e não desenvolveram a leitura e escrita passam a ter mais oportunidade no quesito educação com o programa, que atende a zona rural e urbana e possui atualmente 156 turmas em Timon.
Este importante mecanismo de inclusão é uma realidade notável em todo o município e tem apresentado bons resultados à população que não teve a oportunidade, quando mais jovem, de frequentar a escola para se alfabetizarem. De acordo com a coordenadora do Brasil Alfabetizado na Semed, Claudirene Freitas, o programa tem uma duração de oito meses e os alunos são atendidos por professores com experiência nessa área. “São 156 turmas atualmente em pleno funcionamento. Na zona rural, temos no máximo 15 e no mínimo 7 alunos por turma. Já na zona urbana, são 25 o máximo e 15 o mínimo de alunos por turma”, explica a coordenadora sobre o funcionamento do programa.
Um bom exemplo do que está acontecendo nas turmas do programa pode ser visto no povoado Banco de Areia. São 7 alunos, com idade entre 35 e 40 anos, atendidos pela professora Juliana Lima. De acordo com a educadora, a turma iniciou em maio e, depois de quase quatro meses de um intenso trabalho, é possível ver os bons resultados que surgem. Juliana disse que, por conta da rotina de trabalho, os encontros com os alunos acontecem sempre aos sábados e afirma que muitos ficam ansiosos para que chegue o dia da aula para que possam compartilhar os conhecimentos que são repassados.
“Duas alunas da turma tinham quase zero de conhecimento e sabiam somente assinar o nome e a maioria deles nunca frequentou uma sala de aula por muito tempo. Hoje, é possível ver a evolução deles e um exemplo foi o trabalho que realizamos sobre folclore, onde fizemos rodas de conversas e eles mesmos apresentaram suas experiências e, ao final, fizeram produção de desenhos que representassem suas experiências, além da oralidade que foi bem trabalhada ao longo da atividade”, disse Juliana.
A coordenadora do programa frisa que a Semed faz um acompanhamento constante para garantir o pleno funcionamento das turmas e os resultados positivos só crescem.
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Este importante mecanismo de inclusão é uma realidade notável em todo o município e tem apresentado bons resultados à população que não teve a oportunidade, quando mais jovem, de frequentar a escola para se alfabetizarem. De acordo com a coordenadora do Brasil Alfabetizado na Semed, Claudirene Freitas, o programa tem uma duração de oito meses e os alunos são atendidos por professores com experiência nessa área. “São 156 turmas atualmente em pleno funcionamento. Na zona rural, temos no máximo 15 e no mínimo 7 alunos por turma. Já na zona urbana, são 25 o máximo e 15 o mínimo de alunos por turma”, explica a coordenadora sobre o funcionamento do programa.
Imagem: Divulgação
Alunos do povoado Banco de Areia participam do Programa Brasil Alfabetizado
Alunos do povoado Banco de Areia participam do Programa Brasil AlfabetizadoUm bom exemplo do que está acontecendo nas turmas do programa pode ser visto no povoado Banco de Areia. São 7 alunos, com idade entre 35 e 40 anos, atendidos pela professora Juliana Lima. De acordo com a educadora, a turma iniciou em maio e, depois de quase quatro meses de um intenso trabalho, é possível ver os bons resultados que surgem. Juliana disse que, por conta da rotina de trabalho, os encontros com os alunos acontecem sempre aos sábados e afirma que muitos ficam ansiosos para que chegue o dia da aula para que possam compartilhar os conhecimentos que são repassados.
“Duas alunas da turma tinham quase zero de conhecimento e sabiam somente assinar o nome e a maioria deles nunca frequentou uma sala de aula por muito tempo. Hoje, é possível ver a evolução deles e um exemplo foi o trabalho que realizamos sobre folclore, onde fizemos rodas de conversas e eles mesmos apresentaram suas experiências e, ao final, fizeram produção de desenhos que representassem suas experiências, além da oralidade que foi bem trabalhada ao longo da atividade”, disse Juliana.
A coordenadora do programa frisa que a Semed faz um acompanhamento constante para garantir o pleno funcionamento das turmas e os resultados positivos só crescem.
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