A Secretaria Municipal de Educação de Campo Maior realizou na manhã desta quarta-feira (24/09), no auditório da Secretaria Municipal de Educação – SEMED uma atividade pela Semana de Ação Mundial pela Educação Inclusiva reunindo alunos da APAE, professores, o secretário municipal de Educação de Campo Maior, José de Ribamar, “Ribinha”, o diretor do Campus Heróis do Jenipapo de Campo Maior (Uespi) o Professor Dr.Hermeson Cassiano de Oliveira, a coordenadora municipal de Inclusão Social Roselia Brito, a diretora da APAE Iracema Brandão, o representante do Ministério Público local, o promotor de Justiça Cesário Carvalhoe outros.
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Campo Maior comemora a Semana da Educação Inclusiva avaliando avanços
Campo Maior comemora a Semana da Educação Inclusiva avaliando avançosDois representantes presentes ao evento destacaram que fazer educação é sempre desafiador. O educador precisa de fato ter a vontade e querer fazer. Para o professor “Ribinha” o aprender e o fazer é conseqüência. “Nós aqui queremos fazer isto. Em parceria com a Uespi, nós encontramos esta grande parceria que só temos a partir de agora intensificar os laços para que possamos desenvolver ações em conjunto”, disse o secretário.
Ele avaliou as mudanças que aconteceram na educação do município na área da inclusão social. Disse que quando o prefeito Paulo Martins assumiu o mandato em 2011, recebeu o município com uma sala de Atendimento Especializado na rede pública municipal de ensino e hoje existem 14. “Quando se muda de uma para 14 sabemos que alguma coisa aconteceu onde procuramos ter ali salas com equipamentos para o acesso de pessoas com algum tipo de deficiência e com profissionais”, explicou Ribinha.
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Campo Maior comemora a Semana da Educação Inclusiva avaliando avanços
Campo Maior comemora a Semana da Educação Inclusiva avaliando avançosO diretor do Campo da Uespi Hermerson Cassiano muito sensível ao falar do tema educação, e em especial educação inclusiva destacou: “Educação é para todos e para ela ser para todos tem que ser inclusiva. Desde que assumi a direção do Campus, tenho me deparado com algumas questões e muitas delas são relacionadas à inclusão”. Ele falou de algumas dificuldades como falta de estruturas básicas no Campus para portadores de necessidades especiais. Algumas já resolvidas.
“Não existe uma receita para a educação, principalmente quando a gente fala em educação inclusiva. Quem trabalha com educação é um desafio muito grande porque cada dia é uma rotina diferente, situações diferentes no ambiente de trabalho quando o profissional. O Educador tem que ter um coração aberto, tem que amar o que faz, ninguém consegue ser um educador sem ser apaixonado pelo que faz. O educador é um modelador de destinos. Nós que trabalhamos com educação e estamos dentro da universidade temos que ter esta consciência que estamos modelando destinos”, ressaltou o diretor.
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Após a fala do diretor da Uespi, o representante do Ministério Público, o promotor Cesário Cavalcante falou das experiências que chegam a ele na área da inclusão de pessoas portadoras de necessidades especiais. Houve também uma apresentação de dança dos alunos da APAE e palestra com outros profissionais como a professora Márcia Raika falando do tema: O direito à Educação Inclusiva.
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