Na manhã desta quinta-feira (22), lideranças comunitárias e representantes do Conselho Municipal de Saúde se reuniram em uma manifestação pacífica pela abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona sudeste de Teresina, localizada no bairro Renascença III.
De acordo com Nilson Coelho, líder comunitário do bairro, a UPA já está pronta e conta com equipamentos prontos para serem usados, mas a abertura está sendo impedida pelo Ministério do Trabalho e Tribunal de Justiça, que emitiram liminares exigindo a contratação de funcionários aprovados em concurso realizado em 2011.
Segundo ele, com a não-abertura da unidade, cerca de 100 mil pessoas ficarão prejudicadas e, por consequência, os hospitais da região, como o Hospital do Dirceu Arcoverde, ficarão lotados, prejudicando o atendimento à população. “Nós não vamos parar de nos manifestar enquanto a UPA não for aberta. Ela foi feita há quatro anos e já está equipada, mas a Prefeitura está impedida de abrir. Nós queremos é que a UPA seja aberta, seja com funcionários concursados ou não”, disse.
Ulisses Nogueira, conselheiro municipal de saúde, os funcionários aprovados no concurso não querem a terceirização da saúde. “Nós temos funcionários aprovados no concurso de 2011, entre médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, mas não são chamados”, disse.
Segundo a liminar emitida pelo Ministério do Trabalho, a Prefeitura Municipal pode ser multada caso abra a unidade de saúde sem convocar os funcionários concursados. A Polícia Militar também esteve no local para controlar a manifestação, que ocorreu sem tumultos.
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Imagem: Lucas Barbosa/GP1
Manifestação em frente à sede da UPA
Manifestação em frente à sede da UPAImagem: Lucas Barbosa/GP1
Manifestação pela abertura da UPA da zona sudeste
Manifestação pela abertura da UPA da zona sudesteDe acordo com Nilson Coelho, líder comunitário do bairro, a UPA já está pronta e conta com equipamentos prontos para serem usados, mas a abertura está sendo impedida pelo Ministério do Trabalho e Tribunal de Justiça, que emitiram liminares exigindo a contratação de funcionários aprovados em concurso realizado em 2011.
Segundo ele, com a não-abertura da unidade, cerca de 100 mil pessoas ficarão prejudicadas e, por consequência, os hospitais da região, como o Hospital do Dirceu Arcoverde, ficarão lotados, prejudicando o atendimento à população. “Nós não vamos parar de nos manifestar enquanto a UPA não for aberta. Ela foi feita há quatro anos e já está equipada, mas a Prefeitura está impedida de abrir. Nós queremos é que a UPA seja aberta, seja com funcionários concursados ou não”, disse.
Imagem: Lucas Barbosa/GP1
Nilson Coelho, líder comunitário do bairro Renascença III
Nilson Coelho, líder comunitário do bairro Renascença IIIUlisses Nogueira, conselheiro municipal de saúde, os funcionários aprovados no concurso não querem a terceirização da saúde. “Nós temos funcionários aprovados no concurso de 2011, entre médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, mas não são chamados”, disse.
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"Não queremos a terceirização", disse Ulisses Nogueira
"Não queremos a terceirização", disse Ulisses NogueiraImagem: Lucas Barbosa/GP1
Manifestação em frente à sede da UPA da zona sudeste
Manifestação em frente à sede da UPA da zona sudesteSegundo a liminar emitida pelo Ministério do Trabalho, a Prefeitura Municipal pode ser multada caso abra a unidade de saúde sem convocar os funcionários concursados. A Polícia Militar também esteve no local para controlar a manifestação, que ocorreu sem tumultos.
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