A escola pública mais tradicional do Piauí, que teve as obras de reforma e ampliação retomadas na última segunda-feira (19), vivencia um ritmo de trabalho acelerado para ser entregue no menor prazo possível à comunidade. O Liceu Piauiense está recebendo investimentos de R$ 3.700.000,00 e deve estar pronto ainda no primeiro semestre de 2015.
“Iniciamos a reforma pela parte mais crítica, os banheiros, depois partiremos para o teto e o acabamento”, revela o mestre de obras Nivaldo Sampaio. Segundo ele, duas equipes estão trabalhando em ritmo acelerado para entregar a obra no prazo previsto.
Por ser um edifício que é patrimônio do Estado, construído em 1934, o Liceu tem peculiaridades e cuidados que o diferem de outras obras em escolas públicas, o que demanda mais tempo e perícia por parte dos construtores.
Mesmo com a obra em andamento, as quase 1.300 vagas da escola que oferta o ensino médio em tempo integral e o ensino médio integrado já estão quase preenchidas. A coordenadora Francisca Sousa explicou que a procura tem sido alta.
“Restam poucas vagas, por isso os pais e alunos que se interessarem devem agilizar a documentação para realizar a matrícula até a próxima semana. Alguns pais têm a preocupação sobre o término da obra, caso isso não ocorra até o início do período letivo já temos espaços disponíveis ao nosso funcionamento. O aluno não será prejudicado”, garantiu a coordenadora.
Segundo a gerente de Gestão e Inspeção Escolar da Secretaria da Educação e Cultura (Seduc), Luíza Solano, se a obra não for concluída antes do início das aulas, o ensino de tempo integral do Liceu vai funcionar no Instituto de Educação Antonino Freire. Já o médio integrado, que oferta dois cursos, será remanejado para duas outras escolas: o curso de Administração na Escola Anísio de Abreu e o curso de Informática no João Clímaco de Almeida.
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“Iniciamos a reforma pela parte mais crítica, os banheiros, depois partiremos para o teto e o acabamento”, revela o mestre de obras Nivaldo Sampaio. Segundo ele, duas equipes estão trabalhando em ritmo acelerado para entregar a obra no prazo previsto.
Por ser um edifício que é patrimônio do Estado, construído em 1934, o Liceu tem peculiaridades e cuidados que o diferem de outras obras em escolas públicas, o que demanda mais tempo e perícia por parte dos construtores.
Mesmo com a obra em andamento, as quase 1.300 vagas da escola que oferta o ensino médio em tempo integral e o ensino médio integrado já estão quase preenchidas. A coordenadora Francisca Sousa explicou que a procura tem sido alta.
“Restam poucas vagas, por isso os pais e alunos que se interessarem devem agilizar a documentação para realizar a matrícula até a próxima semana. Alguns pais têm a preocupação sobre o término da obra, caso isso não ocorra até o início do período letivo já temos espaços disponíveis ao nosso funcionamento. O aluno não será prejudicado”, garantiu a coordenadora.
Segundo a gerente de Gestão e Inspeção Escolar da Secretaria da Educação e Cultura (Seduc), Luíza Solano, se a obra não for concluída antes do início das aulas, o ensino de tempo integral do Liceu vai funcionar no Instituto de Educação Antonino Freire. Já o médio integrado, que oferta dois cursos, será remanejado para duas outras escolas: o curso de Administração na Escola Anísio de Abreu e o curso de Informática no João Clímaco de Almeida.
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