Uma das primeiras ações do governo do estado junto ao Governo Federal foi buscar retirar o Piauí da situação de inadimplência junto ao CAUC (Cadastro único de Convênios), o que tem impedido a transferência de recursos já conveniados e da assinatura de novos contratos, explicou o governador Wellington Dias. Outra medida anunciada é a redução de R$ 250 milhões das despesas orçamentárias.
“Emergencialmente, estamos buscando retirar o Estado da lista de inadimplentes, o que inclusive resultou em ação judicial contra o Governo Federal”, lembrou.
Sobre as transferências de recursos federais, Wellington Dias ressaltou que o Piauí integra a lista de inadimplentes do Cadastro Único de Convênios e por isso está impedido da liberação de verbas de contratos, inclusive de várias operações de crédito com bancos oficiais, como Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal.
Outra medida de austeridade, anunciada após a reunião com o secretariado no auditório do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), na manhã desta quinta-feira (8), é a redução em R$ 250 milhões das despesas orçamentárias em 2015, sobretudo com custeio e pessoal. Os recursos serão destinados a ações emergenciais nos setores da saúde, segurança pública, educação, abastecimento de água e saneamento.
“Todos os ministério entenderam como necessária a decretação da emergência no Estado, exceto o Ministério da Integração, que ainda assim concorda que há o risco da qualidade da água fornecida às populações e até do desabastecimento de água”, destacou o governador.
Dias citou a questão do abastecimento, defendido junto a Secretaria Nacional da Defesa Civil; os recursos para obras, sobretudo de abastecimento e saneamento, junto ao Ministério das Cidades; o Brasil Seguro, que será implementado no Piauí pelo Ministério da Justiça, com o investimentos em contratação e qualificação de pessoal, equipamento e viaturas.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
“Emergencialmente, estamos buscando retirar o Estado da lista de inadimplentes, o que inclusive resultou em ação judicial contra o Governo Federal”, lembrou.
Sobre as transferências de recursos federais, Wellington Dias ressaltou que o Piauí integra a lista de inadimplentes do Cadastro Único de Convênios e por isso está impedido da liberação de verbas de contratos, inclusive de várias operações de crédito com bancos oficiais, como Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal.
Outra medida de austeridade, anunciada após a reunião com o secretariado no auditório do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), na manhã desta quinta-feira (8), é a redução em R$ 250 milhões das despesas orçamentárias em 2015, sobretudo com custeio e pessoal. Os recursos serão destinados a ações emergenciais nos setores da saúde, segurança pública, educação, abastecimento de água e saneamento.
“Todos os ministério entenderam como necessária a decretação da emergência no Estado, exceto o Ministério da Integração, que ainda assim concorda que há o risco da qualidade da água fornecida às populações e até do desabastecimento de água”, destacou o governador.
Dias citou a questão do abastecimento, defendido junto a Secretaria Nacional da Defesa Civil; os recursos para obras, sobretudo de abastecimento e saneamento, junto ao Ministério das Cidades; o Brasil Seguro, que será implementado no Piauí pelo Ministério da Justiça, com o investimentos em contratação e qualificação de pessoal, equipamento e viaturas.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Mais conteúdo sobre:
Ver todos os comentários | 0 |