O casal que havia sido preso, na madrugada da última quarta-feira (09), em Teresina por suspeitas de maltratar uma criança de quatro anos de idade foi solto por decisão judicial, após uma audiência de custódia.
Os acusados, identificados como Leila e Erinaldo, foram liberados por falta de provas, no entanto, conforme medida cautelar adotada pelo juiz, estão impedidos de se aproximar da menor, que está sob os cuidados da avó materna.
Para o delegado que acompanha o caso, Jetan Pinheiro, o juiz deveria manter a prisão. Ele explicou que a criança apresenta lesões graves e antigas, de acordo com o laudo de lesão corporal apresentado. “Agora estamos aguardando o resultado do exame de conjunção carnal, que identificará a ocorrência de estupro. A partir dái, podemos requerer a prisão preventiva dos suspeitos”, contou ao GP1.
Os acusados, identificados como Leila e Erinaldo, foram liberados por falta de provas, no entanto, conforme medida cautelar adotada pelo juiz, estão impedidos de se aproximar da menor, que está sob os cuidados da avó materna.
Para o delegado que acompanha o caso, Jetan Pinheiro, o juiz deveria manter a prisão. Ele explicou que a criança apresenta lesões graves e antigas, de acordo com o laudo de lesão corporal apresentado. “Agora estamos aguardando o resultado do exame de conjunção carnal, que identificará a ocorrência de estupro. A partir dái, podemos requerer a prisão preventiva dos suspeitos”, contou ao GP1.
Imagem: Brunno Suênio/GP1
Delegado Jetan Pinheiro
A suspeita é de que Erinaldo praticava abusos contra a vítima, com a conivência da mãe, Leila. A investigação do caso está sob responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
Delegado Jetan Pinheiro
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