A prefeita de Luís Correia, Adriane Prado, acatou a recomendação do Tribunal de Contas do Estado e cancelou o carnaval da cidade, localizada no litoral piauiense. A prefeita já decretou situação de emergência na cidade por conta da falta de chuvas.
A prefeita afirmou, no entanto, que quem for ao litoral no período do carnaval não vai ficar sem festa. “Consegui firmar uma parceria para levar a principal festa particular do litoral para a nossa orla da Praia de Atalaia, retornando com um projeto parecido com o antigo “CorrêFolia” (carnaval fora de época que por muito tempo realizado na cidade), afirmou a gestora.
Segundo Adriane Prado, a população ficou dividida em relação à decisão, por tratar-se de uma festa popular e gratuita que era realizada todos os anos. Com a medida, a prefeita estima que a prefeitura irá economizar 120 mil reais que serão utilizados no pagamento do funcionalismo. De acordo com ela, o FPM da cidade oscila entre 700 e 800 mil reais e que desse dinheiro, 200 mil reais são utilizados para pagar as parcelas de uma divida 39 milhões de reais, herdada da antiga gestão.
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Imagem: Divulgação
Adriane Prado
De acordo com a prefeita, recomendação foi acatada porque a cidade tem 98 comunidades na zona rural sofrendo com a estiagem e com problemas com a salinidade da água. “Quem vem a Luís Correia pensa que aqui é só mar, mas nossa área é maior que a de Parnaíba e na nossa zona rural muita gente está sofrendo com a falta d’água”, afirmou a prefeita.
Adriane PradoA prefeita afirmou, no entanto, que quem for ao litoral no período do carnaval não vai ficar sem festa. “Consegui firmar uma parceria para levar a principal festa particular do litoral para a nossa orla da Praia de Atalaia, retornando com um projeto parecido com o antigo “CorrêFolia” (carnaval fora de época que por muito tempo realizado na cidade), afirmou a gestora.
Segundo Adriane Prado, a população ficou dividida em relação à decisão, por tratar-se de uma festa popular e gratuita que era realizada todos os anos. Com a medida, a prefeita estima que a prefeitura irá economizar 120 mil reais que serão utilizados no pagamento do funcionalismo. De acordo com ela, o FPM da cidade oscila entre 700 e 800 mil reais e que desse dinheiro, 200 mil reais são utilizados para pagar as parcelas de uma divida 39 milhões de reais, herdada da antiga gestão.
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