Na intenção de resguardar os direitos do consumidor, o Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (Imepi) vem fazendo fiscalizações nos estabelecimentos de Teresina a fim de avaliar a qualidade e as medidas dos produtos importados e nacionais comercializados.
Após operações com material escolar e a aferição de balanças em restaurantes e self services da capital, o Imepi está recolhendo produtos utilizados nos carnavais por crianças e adultos, no período de 2 a 20 de fevereiro. Dentre os produtos, estão sendo analisados: espumas, serpentinas, confetes, preservativos, máscaras e fitas de tecido.
A fiscal Mayra Freire alerta para a necessidade do consumidor se atentar na hora da compra. “No setor de pré-medidos, avaliamos os produtos levando em conta a massa, volume, comprimento e unidade especificados no produto. Fazemos uma perícia quantitativa observando o aspecto formal da embalagem. Se o produto não tem especificações, o consumidor fica sem um referencial, pois a informação que tinha que estar contida na embalagem. Isso se configura em dano para o comprador”, pontua a fiscal.
“Os lojistas, às vezes, nem sabem dos direitos que têm e a nossa equipe também os orienta com relação às fiscalizações. Com a deflagração dessas operações queremos fazer estudos e atestar a qualidade dos produtos, por isso, temos que nos aproximar dos consumidores, da população. Somos um órgão parceiro e percebemos que as campanhas têm surtido efeito e a população tem telefonado e denunciado, além de tirar dúvidas. Zelar pelo direito dos consumidores é uma orientação do governador Wellington Dias”, frisa o diretor-geral do Imepi, Maycon Danillo.
As multas aplicadas ao fabricante, em caso de irregularidades do produto, variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.
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Após operações com material escolar e a aferição de balanças em restaurantes e self services da capital, o Imepi está recolhendo produtos utilizados nos carnavais por crianças e adultos, no período de 2 a 20 de fevereiro. Dentre os produtos, estão sendo analisados: espumas, serpentinas, confetes, preservativos, máscaras e fitas de tecido.
Imagem: Francisco Leal
Operação carnaval do Imepi
O diretor-geral do Imepi, Maycon Danillo, destaca a importância dessa ação para proteger interesse do consumidor. “Temos que ter o cuidado básico de zelar pelos interesses da população. Nas coletas é feito um trabalho minucioso e os itens têm que estar em conformidade com o Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro)”, observa.
Operação carnaval do ImepiA fiscal Mayra Freire alerta para a necessidade do consumidor se atentar na hora da compra. “No setor de pré-medidos, avaliamos os produtos levando em conta a massa, volume, comprimento e unidade especificados no produto. Fazemos uma perícia quantitativa observando o aspecto formal da embalagem. Se o produto não tem especificações, o consumidor fica sem um referencial, pois a informação que tinha que estar contida na embalagem. Isso se configura em dano para o comprador”, pontua a fiscal.
“Os lojistas, às vezes, nem sabem dos direitos que têm e a nossa equipe também os orienta com relação às fiscalizações. Com a deflagração dessas operações queremos fazer estudos e atestar a qualidade dos produtos, por isso, temos que nos aproximar dos consumidores, da população. Somos um órgão parceiro e percebemos que as campanhas têm surtido efeito e a população tem telefonado e denunciado, além de tirar dúvidas. Zelar pelo direito dos consumidores é uma orientação do governador Wellington Dias”, frisa o diretor-geral do Imepi, Maycon Danillo.
As multas aplicadas ao fabricante, em caso de irregularidades do produto, variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.
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