O governador Wellington Dias esteve reunido, nessa quinta-feira (19), com o secretário do Desenvolvimento Rural, Francisco Limma, a superintendente de Ensino da Secretaria da Educação, Viviane Fernandes, e uma equipe do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). Durante a reunião, foram traçadas estratégias e planejadas ações para a execução do Projeto Viva o Semiárido. Nas próximas semanas, o governador Wellington Dias irá ao Acre conhecer experiências positivas de projetos similares ao que será desenvolvido no Piauí.
O Projeto Viva o Semiárido contará com um investimento de 34 milhões de dólares, sendo U$ 20 milhões do Fundo Internacional e os outros valores do Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de contrapartida do Estado. O prazo de execução é até 2020.
O oficial nacional de Programa do Fida, Hardi Vieira, falou sobre este momento de planejamento. “Estamos com muita esperança na execução do Projeto, porque agora um executivo muito interessado, com uma equipe capacitada que tem buscado atender todos os detalhes do projeto e as melhores alternativas”.
O secretário Francisco Limma disse que o Projeto vai mudar a realidade das famílias do Semiárido. “Elas precisam de conhecimento, de assistência técnica, conhecer os mercados e esse investimento é fundamental, considerando que os agricultores familiares não têm recursos para produzir. Para tanto, esse planejamento estratégico é essencial para apontarmos quais os arranjos produtivos têm mais retorno, sem ficar insistindo em culturas que não têm tido êxito” explica.
Viva o Semiárido
O Projeto Viva o Semiárido atenderá a 89 municípios piauienses e atuará priorizando quatro eixos: Desenvolvimento Produtivo, Desenvolvimento Social e Humano, Educação Contextualizada e Fortalecimento Interinstitucional de Projetos nos Territórios Serra da Capivara, Vale do Rio Guaribas, Vale do Rio Canindé e Vale do Rio Sambito. Na linha produtiva a ser beneficiada com esse projeto, constam a apicultura, a cajucultura para aproveitamento da castanha e pedúnculo, além de produção de cajuína, a caprinocultura, produção de mel, hortaliças e outros projetos produtivos que podem ser implementados no Semiárido.
Para a execução do Projeto haverá um esforço integrado dos parceiros incluindo o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PI), secretarias do Desenvolvimento Rural (SDR), Planejamento (Seplan), Educação (Seduc), Trabalho e Empreendedorismo (Setre) e Embrapa Meio Norte, além da Secretaria Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PI), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Universidade Federal do Piauí (UFPI).
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O Projeto Viva o Semiárido contará com um investimento de 34 milhões de dólares, sendo U$ 20 milhões do Fundo Internacional e os outros valores do Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de contrapartida do Estado. O prazo de execução é até 2020.
Imagem: Jorge Henrique Bastos
Reunião com representantes do Fida e o secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Limma
Wellington Dias pediu foco na execução do Projeto e sugeriu que o projeto ofereça capacitação técnica e também para gestão de recurso, visando a maior garantia de retorno satisfatório. “O objetivo dessa parceria com o Fida é que as famílias de baixa renda tenham condições de sair da linha da pobreza sendo autossustentáveis, sem necessidade de ficarem dependente dos programas sociais. Por isso, mais do que investir é pensar em como investir, por isso vejo a necessidade de incluir a educação e qualificação para cada projeto específico”, enfatizou.
Reunião com representantes do Fida e o secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco LimmaO oficial nacional de Programa do Fida, Hardi Vieira, falou sobre este momento de planejamento. “Estamos com muita esperança na execução do Projeto, porque agora um executivo muito interessado, com uma equipe capacitada que tem buscado atender todos os detalhes do projeto e as melhores alternativas”.
O secretário Francisco Limma disse que o Projeto vai mudar a realidade das famílias do Semiárido. “Elas precisam de conhecimento, de assistência técnica, conhecer os mercados e esse investimento é fundamental, considerando que os agricultores familiares não têm recursos para produzir. Para tanto, esse planejamento estratégico é essencial para apontarmos quais os arranjos produtivos têm mais retorno, sem ficar insistindo em culturas que não têm tido êxito” explica.
Viva o Semiárido
O Projeto Viva o Semiárido atenderá a 89 municípios piauienses e atuará priorizando quatro eixos: Desenvolvimento Produtivo, Desenvolvimento Social e Humano, Educação Contextualizada e Fortalecimento Interinstitucional de Projetos nos Territórios Serra da Capivara, Vale do Rio Guaribas, Vale do Rio Canindé e Vale do Rio Sambito. Na linha produtiva a ser beneficiada com esse projeto, constam a apicultura, a cajucultura para aproveitamento da castanha e pedúnculo, além de produção de cajuína, a caprinocultura, produção de mel, hortaliças e outros projetos produtivos que podem ser implementados no Semiárido.
Para a execução do Projeto haverá um esforço integrado dos parceiros incluindo o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PI), secretarias do Desenvolvimento Rural (SDR), Planejamento (Seplan), Educação (Seduc), Trabalho e Empreendedorismo (Setre) e Embrapa Meio Norte, além da Secretaria Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-PI), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Universidade Federal do Piauí (UFPI).
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