Na última sexta-feira, 10 de abril, o procurador da República Kelston Pinheiro Lages reuniu-se, na sede do Ministério Público Federal no Piauí, com o novo secretário estadual de transporte Guilhermano Pires Ferreira para tratar sobre as obras do Porto de Luís Correia, no litoral piauiense.
Na reunião, que contou com a presença do engenheiro Cid de Castro Dias, o procurador argumentou que a retomada das obras é uma decisão política, pois trata-se de um juízo discricionário da Administração. No entanto, uma vez decidido, o mesmo ponderou sobre a necessidade do cumprimento das exigências legais, estudos preliminares, dentre eles os de viabilidade técnica e econômica e os estudos de impacto ambiental.
O secretário informou que está aguardando a manifestação da Secretaria dos Portos da Presidência da República para o reinício da construção.
Em razão de graves irregularidades nas duas etapas anteriores, inclusive com o ajuizamento de ações na esfera cível e criminal, o MPF abriu mais um inquérito civil público, nº 576/2013-09, para acompanhar e averiguar a regularidade da nova etapa do empreendimento.
As duas ações já ajuizadas pelo MPF tem como base investigação da Polícia Federal e relatórios de auditoria produzidos pela Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET) que constataram graves ilícitos como superfaturamento, ausência de estudos de viabilidade técnica e total imprestabilidade do material efetivamente empregado nas duas etapas anteriores. O MPF tenta resgatar mais de 12 milhões aos cofres públicos.
Ação de Improbidade Administrativa – A ACP de número processual 147761.2013.4.01.4002, com tramitação na Subseção Judiciária de Parnaíba, está na fase em que os réus apresentam defesa prévia. Até o momento está mantida a liminar que determinou a indisponibilidade dos bens dos requeridos.
Ação Criminal – A denúncia de número processual 2467-18.2014.4.01.4002, com tramitação na Subseção Judiciária de Parnaíba, está na fase em que os réus apresentaram resposta às acusações. Os autos estão no MPF para a réplica.
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Imagem: Divulgação
Reunião
Reunião Na reunião, que contou com a presença do engenheiro Cid de Castro Dias, o procurador argumentou que a retomada das obras é uma decisão política, pois trata-se de um juízo discricionário da Administração. No entanto, uma vez decidido, o mesmo ponderou sobre a necessidade do cumprimento das exigências legais, estudos preliminares, dentre eles os de viabilidade técnica e econômica e os estudos de impacto ambiental.
O secretário informou que está aguardando a manifestação da Secretaria dos Portos da Presidência da República para o reinício da construção.
Em razão de graves irregularidades nas duas etapas anteriores, inclusive com o ajuizamento de ações na esfera cível e criminal, o MPF abriu mais um inquérito civil público, nº 576/2013-09, para acompanhar e averiguar a regularidade da nova etapa do empreendimento.
As duas ações já ajuizadas pelo MPF tem como base investigação da Polícia Federal e relatórios de auditoria produzidos pela Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET) que constataram graves ilícitos como superfaturamento, ausência de estudos de viabilidade técnica e total imprestabilidade do material efetivamente empregado nas duas etapas anteriores. O MPF tenta resgatar mais de 12 milhões aos cofres públicos.
Ação de Improbidade Administrativa – A ACP de número processual 147761.2013.4.01.4002, com tramitação na Subseção Judiciária de Parnaíba, está na fase em que os réus apresentam defesa prévia. Até o momento está mantida a liminar que determinou a indisponibilidade dos bens dos requeridos.
Ação Criminal – A denúncia de número processual 2467-18.2014.4.01.4002, com tramitação na Subseção Judiciária de Parnaíba, está na fase em que os réus apresentaram resposta às acusações. Os autos estão no MPF para a réplica.
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