Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Timon participam de treinamento que trata sobre os aspectos epidemiológicos e clínicos da Leishmaniose com o propósito de trabalhar a vigilância e controle da doença. A capacitação teve início hoje (07) e é voltada para agentes comunitários de saúde, agentes de endemias, médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem e veterinários. A oficina acontece durante quatro dias na Fundação Cidadania e no Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco.
O treinamento é ministrado por diversos especialistas, como infectologistas, enfermeiros, médicos, zootecnistas e veterinários. A abertura do treinamento contou com uma ação da Coordenação da DANTs – Doenças e agravos Não Transmissíveis, que levou um profissional de Educação Física para realizar atividades corporais com os participantes.
A doença
A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral, causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família dos Trypanosomatidae. É uma zoonose comum ao cão e ao homem, transmitida ao ser humano pela picada de mosquitos flebotomíneos, também chamados de “mosquito palha” ou birigui.
O calazar (leishmaniose visceral) e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana) são formas da doença. A leishmaniose visceral, também conhecida por calazar ou febre dumdum, ataca diretamente órgãos como o baço, o fígado e a medula óssea. Tem período de incubação que pode variar entre meses ou anos e apresenta como sintomas mais comuns a febre prolongada, úlceras escuras na pele, aumento do baço e do fígado, anemia, tosse, dor abdominal, diarreia, perda de peso e quadro de caquexia (magreza, associada a tremores violentos, fadiga e até atrofia de membros e cartilagens).
A leishmaniose cutânea tem incubação de algumas semanas a alguns meses (geralmente) assintomáticos, após o qual surgem sintomas como lesões na pele extremamente irritantes nas zonas picadas pelo mosquito, que progridem para crostas úmidas e escurecimento da pele. A leishmaniose mucocutânea é semelhante, mas com maiores e mais profundas lesões, que se estendem às mucosas da boca, nariz ou genitais.
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O treinamento é ministrado por diversos especialistas, como infectologistas, enfermeiros, médicos, zootecnistas e veterinários. A abertura do treinamento contou com uma ação da Coordenação da DANTs – Doenças e agravos Não Transmissíveis, que levou um profissional de Educação Física para realizar atividades corporais com os participantes.
Imagem: Divulgação
Profissionais de Saúde recebem treinamento para combate a leishmaniose em Timon
De acordo com Itelmária Escócio, diretora da Vigilância Epidemiológica de Timon e uma das instrutoras do evento, a capacitação tem como objetivo principal “capacitar os profissionais para que estes estejam aptos a identificar casos e iniciar tratamento de pacientes acometidos no menor tempo possível, como também combater a subnotificação de casos”.
Profissionais de Saúde recebem treinamento para combate a leishmaniose em TimonA doença
A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral, causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família dos Trypanosomatidae. É uma zoonose comum ao cão e ao homem, transmitida ao ser humano pela picada de mosquitos flebotomíneos, também chamados de “mosquito palha” ou birigui.
O calazar (leishmaniose visceral) e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana) são formas da doença. A leishmaniose visceral, também conhecida por calazar ou febre dumdum, ataca diretamente órgãos como o baço, o fígado e a medula óssea. Tem período de incubação que pode variar entre meses ou anos e apresenta como sintomas mais comuns a febre prolongada, úlceras escuras na pele, aumento do baço e do fígado, anemia, tosse, dor abdominal, diarreia, perda de peso e quadro de caquexia (magreza, associada a tremores violentos, fadiga e até atrofia de membros e cartilagens).
A leishmaniose cutânea tem incubação de algumas semanas a alguns meses (geralmente) assintomáticos, após o qual surgem sintomas como lesões na pele extremamente irritantes nas zonas picadas pelo mosquito, que progridem para crostas úmidas e escurecimento da pele. A leishmaniose mucocutânea é semelhante, mas com maiores e mais profundas lesões, que se estendem às mucosas da boca, nariz ou genitais.
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