Nesta quinta-feira (9), professores da Universidade Federal do Piauí irão realizar uma paralisação em apoio às manifestações dos servidores públicos federais por mais investimentos na área da educação e por melhores condições de trabalho. Já os técnico-administrativos estão com as atividades paralisadas desde esta terça-feira (7). As paralisações fazem parte de uma mobilização nacional de servidores públicos federais.
A paralisação das atividades foi decidida em uma assembleia geral ocorrida no último dia 6, seguindo as orientações do Sindicato Nacional. Segundo o professor e diretor de relações sindicais da ADUFPI, Aléxis Leite, a intenção do movimento é mostrar que os servidores podem se organizar e revidar aos descasos do Governo Federal com a educação e os brasileiros.
O presidente da ADUFPI, Marcos Antônio Santos, salienta que a paralisação em Teresina ajuda o movimento da Jornada dos Servidores Públicos Federais, que acontecem desde terça-feira(07). “Hoje estamos aderindo a esta paralisação, mostrando que apoiamos as reivindicações feitas em favor da educação, juntamente com a campanha que os servidores federais que estão fazendo neste mês para buscar melhorias tanto nas condições de trabalho, quanto no reajuste salarial”, explicou o presidente da ADUFPI, detalhando que a proposta da categoria é de 27,3% de reajuste salarial.
Alexis Leite que está em Brasília para a jornada dos SPF, que termina neste dia 09, explica a importância dela para todos os brasileiros. “Esse movimento coloca os servidores públicos federais numa avaliação de como está a mobilização de todo o país. Além disso, acontece vários atos que serão colocados tanto na câmara federal, como também em ministérios para mostrar todo nossa indignação contra a gestão que está sendo feita no Brasil”, pontuou o professor
A paralisação nacional da categoria reivindica 10% do PIB para a educação; o fim dos cortes nos investimentos na área da educação; eleições mais democráticas para a escolha de reitores e vice-reitores das instituições, além da ampliação dos atendimentos ao público; índice de 27,3% no piso da com redução da jornada de trabalho para 30 horas, sem ponto eletrônico e sem redução de salário; Creche nas Universidades; cobrar do governo a efetivação da Política Nacional de Capacitação; tabela considerando as perdas de janeiro de 2011 a julho de 2016; aprimoramento da carreira com correção das distorções, levando em consideração a racionalização, piso e step, o reposicionamento dos aposentados e concurso público via RJU, para todas as classes e turnos contínuos
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A paralisação das atividades foi decidida em uma assembleia geral ocorrida no último dia 6, seguindo as orientações do Sindicato Nacional. Segundo o professor e diretor de relações sindicais da ADUFPI, Aléxis Leite, a intenção do movimento é mostrar que os servidores podem se organizar e revidar aos descasos do Governo Federal com a educação e os brasileiros.
O presidente da ADUFPI, Marcos Antônio Santos, salienta que a paralisação em Teresina ajuda o movimento da Jornada dos Servidores Públicos Federais, que acontecem desde terça-feira(07). “Hoje estamos aderindo a esta paralisação, mostrando que apoiamos as reivindicações feitas em favor da educação, juntamente com a campanha que os servidores federais que estão fazendo neste mês para buscar melhorias tanto nas condições de trabalho, quanto no reajuste salarial”, explicou o presidente da ADUFPI, detalhando que a proposta da categoria é de 27,3% de reajuste salarial.
Alexis Leite que está em Brasília para a jornada dos SPF, que termina neste dia 09, explica a importância dela para todos os brasileiros. “Esse movimento coloca os servidores públicos federais numa avaliação de como está a mobilização de todo o país. Além disso, acontece vários atos que serão colocados tanto na câmara federal, como também em ministérios para mostrar todo nossa indignação contra a gestão que está sendo feita no Brasil”, pontuou o professor
A paralisação nacional da categoria reivindica 10% do PIB para a educação; o fim dos cortes nos investimentos na área da educação; eleições mais democráticas para a escolha de reitores e vice-reitores das instituições, além da ampliação dos atendimentos ao público; índice de 27,3% no piso da com redução da jornada de trabalho para 30 horas, sem ponto eletrônico e sem redução de salário; Creche nas Universidades; cobrar do governo a efetivação da Política Nacional de Capacitação; tabela considerando as perdas de janeiro de 2011 a julho de 2016; aprimoramento da carreira com correção das distorções, levando em consideração a racionalização, piso e step, o reposicionamento dos aposentados e concurso público via RJU, para todas as classes e turnos contínuos
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