Os representantes da Polícia Militar e Bombeiros realizaram nesta segunda-feira (18) diversas reuniões com representantes da categoria para que um consenso fosse tomado em relação à última proposta apresentada pelo Governo do Estado para o pagamento da última parcela do reajuste previsto em Lei.
A posição da PM e Bombeiros, inicialmente, é realizar diversas reuniões, inclusive com Policias Civis para que uma decisão seja tomada. Ainda nesta segunda-feira, a comissão esteve no SINDEPOL, reunido com a Delegada Andréa Magalhães, que anunciou a rejeição da proposta apresentada à sua categoria.
Segundo o Coronel Caros, da Associação dos Oficiais Militares do Estado do Piauí (AMEPI), o Governo estadual não está levando em consideração a importância da polícia. “Há três anos nós negociados este reajuste, que teve o aval da Justiça. Todos os anos então este pagamento já deve estar na folha do Governo, mas parece que não está”, disse. “Além desta questão, temos muitas outras a discutir. A situação de trabalho hoje dos policiais também devem ser levada em consideração”, completou Coronel Carlos.
Segundo o vereador R. Silva (PP), a Assembleia Legislativa realizará na próxima quinta-feira (21) uma audiência pública proposta pelo deputado Evaldo Gomes (PTC) para discutir o reajuste. “Estive também hoje com o presidente do Tribunal de Justiça e está pré-agendado uma audiência para sexta-feira (22) para também discutirmos o pagamento do reajuste, que teve o aval da Justiça para que fosse legalizado”, disse R. Silva.
A Polícia Militar e Bombeiros devem realizar, somente na próxima semana, uma assembleia geral para deliberar sobre a proposta.
A proposta
O Governo do Piauí reuniu representantes de várias categorias militares do Estado no Quartel do Comando Geral (QCG), no último sábado (16), e firmou o compromisso de manter o reajuste dos militares, sendo oferecido 50% imediatamente para o mês de maio e outros 50% para o mês de janeiro do ano que vem. Dentro desta proposta, o Governo também se comprometeu a antecipar a parcela de janeiro de 2016, caso o fluxo financeiro do Estado melhore no terceiro quadrimestre.
Um outro compromisso feito pelo Governo foi o de criar uma comissão composta pelas associações e equipe econômica da administração estadual para definir uma proposta de reajuste salarial para o próximo quadriênio.
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A posição da PM e Bombeiros, inicialmente, é realizar diversas reuniões, inclusive com Policias Civis para que uma decisão seja tomada. Ainda nesta segunda-feira, a comissão esteve no SINDEPOL, reunido com a Delegada Andréa Magalhães, que anunciou a rejeição da proposta apresentada à sua categoria.
Segundo o Coronel Caros, da Associação dos Oficiais Militares do Estado do Piauí (AMEPI), o Governo estadual não está levando em consideração a importância da polícia. “Há três anos nós negociados este reajuste, que teve o aval da Justiça. Todos os anos então este pagamento já deve estar na folha do Governo, mas parece que não está”, disse. “Além desta questão, temos muitas outras a discutir. A situação de trabalho hoje dos policiais também devem ser levada em consideração”, completou Coronel Carlos.
Segundo o vereador R. Silva (PP), a Assembleia Legislativa realizará na próxima quinta-feira (21) uma audiência pública proposta pelo deputado Evaldo Gomes (PTC) para discutir o reajuste. “Estive também hoje com o presidente do Tribunal de Justiça e está pré-agendado uma audiência para sexta-feira (22) para também discutirmos o pagamento do reajuste, que teve o aval da Justiça para que fosse legalizado”, disse R. Silva.
A Polícia Militar e Bombeiros devem realizar, somente na próxima semana, uma assembleia geral para deliberar sobre a proposta.
A proposta
O Governo do Piauí reuniu representantes de várias categorias militares do Estado no Quartel do Comando Geral (QCG), no último sábado (16), e firmou o compromisso de manter o reajuste dos militares, sendo oferecido 50% imediatamente para o mês de maio e outros 50% para o mês de janeiro do ano que vem. Dentro desta proposta, o Governo também se comprometeu a antecipar a parcela de janeiro de 2016, caso o fluxo financeiro do Estado melhore no terceiro quadrimestre.
Um outro compromisso feito pelo Governo foi o de criar uma comissão composta pelas associações e equipe econômica da administração estadual para definir uma proposta de reajuste salarial para o próximo quadriênio.
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