Há 08 dias em greve, os trabalhadores técnicos administrativos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) realizam uma série de assembleias e mobilizações com o objetivo de que a reitoria da universidade chegue a um acordo com os profissionais. Sem expectativa de um consenso, os trabalhadores prometem parar a biblioteca central da Universidade Federal do Piauí, que atende tanto os alunos da instituição como a comunidade em geral.
O movimento vai acontecer nessa quinta-feira (11), durante todo o dia na frente da biblioteca. Exibindo faixas e cartazes, os técnicos administrativos pretendem sensibilizar a reitoria para que seja dada uma solução imediata das reivindicações da categoria. São elas:
- Regulamentação de carga horária de 30 horas semanais, sem sessão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH);
- Fim imediato do ponto eletrônico no Hospital Veterinário Universitário;
- Política de capacitação e qualificação para os Técnicos Administrativos em Educação;
- Fim do assédio moral;
- Fim dos desvios de função e
- Concurso público em caráter de urgência.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Piauí (SINTUFPI), André Gonçalves, explicou que o movimento não pretende abrir mão de nenhum desses direitos: “Aqui acontecem coisas absurdas e isso não podemos aceitar mais. Somos defensores de uma educação de qualidade e que sejam dadas as condições necessárias para que isso aconteça, inclusive com um melhor ambiente de trabalho”, desabafou o presidente.
A greve dos trabalhadores técnicos administrativos não tem previsão para acabar. O movimento desta quinta-feira (11) deverá gerar muita repercussão, devido à grande quantidade de pessoas que a biblioteca central da UFPI atende diariamente.
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O movimento vai acontecer nessa quinta-feira (11), durante todo o dia na frente da biblioteca. Exibindo faixas e cartazes, os técnicos administrativos pretendem sensibilizar a reitoria para que seja dada uma solução imediata das reivindicações da categoria. São elas:
- Regulamentação de carga horária de 30 horas semanais, sem sessão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH);
- Fim imediato do ponto eletrônico no Hospital Veterinário Universitário;
- Política de capacitação e qualificação para os Técnicos Administrativos em Educação;
- Fim do assédio moral;
- Fim dos desvios de função e
- Concurso público em caráter de urgência.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Piauí (SINTUFPI), André Gonçalves, explicou que o movimento não pretende abrir mão de nenhum desses direitos: “Aqui acontecem coisas absurdas e isso não podemos aceitar mais. Somos defensores de uma educação de qualidade e que sejam dadas as condições necessárias para que isso aconteça, inclusive com um melhor ambiente de trabalho”, desabafou o presidente.
A greve dos trabalhadores técnicos administrativos não tem previsão para acabar. O movimento desta quinta-feira (11) deverá gerar muita repercussão, devido à grande quantidade de pessoas que a biblioteca central da UFPI atende diariamente.
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