O governador Wellington Dias lamentou o fato de o estupro coletivo cometido contra quatro adolescentes, no último dia 27 de maio, na cidade de Castelo do Piauí, esteja sendo usado como argumento para defender a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade.
Wellington Dias afirmou que a família dos adolescentes falhou e a criminalidade se aproveitou disso e ressaltou que o Estado precisa auxiliar na estruturação das famílias para que crimes como de Castelo não voltem a acontecer.
O governador apontou como solução para o problema a criação de um sistema prisional intermediário para atender adolescentes infratores para que estes não sigam na criminalidade.
“Eu defendo que a gente tem que trabalhar para garantir que tenha um sistema intermediário entre a parte dos adolescentes e a parte dos adultos. Ou seja, alguém cometeu um crime quando era adolescente lá na frente tornou-se adulto, ao invés de ir para o sistema já viciado dos adultos ele prossegue a parte educativa de recuperação no sistema intermediário”, disse.
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Wellington Dias afirmou que a família dos adolescentes falhou e a criminalidade se aproveitou disso e ressaltou que o Estado precisa auxiliar na estruturação das famílias para que crimes como de Castelo não voltem a acontecer.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Wellington Dias
“Eu acho lamentável. Ali, claramente, foi uma pessoa já adulta que se valeu da sua força para, como comprovam as investigações até aqui, levar os jovens, onde a família falhou, a uma dependência química e a partir dessa dependência usou e abusou também desses jovens, assim como as garotas foram abusadas. Eu não quero tirar todo o ato de violência dos menores. Agora, vamos baixar para 16 anos? Não resolve. Vamos baixar para 14? Não resolve. Vamos baixar para 12? Nós vamos botar na cadeia os bebês daqui a pouco? Se alguém hoje é uma pessoa má, ela não nasceu má, se há falha ela está na raiz da sociedade”, afirmou o governador.
Wellington DiasO governador apontou como solução para o problema a criação de um sistema prisional intermediário para atender adolescentes infratores para que estes não sigam na criminalidade.
“Eu defendo que a gente tem que trabalhar para garantir que tenha um sistema intermediário entre a parte dos adolescentes e a parte dos adultos. Ou seja, alguém cometeu um crime quando era adolescente lá na frente tornou-se adulto, ao invés de ir para o sistema já viciado dos adultos ele prossegue a parte educativa de recuperação no sistema intermediário”, disse.
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