A paralisação dos servidores técnicos administrativos da Universidade Federal do Piauí tem afetado mais de 2.400 alunos aprovados no Sisu. Mesmo com a garantia da universidade, apenas quatro alunos conseguiram realizar a matrícula do Sisu nesta sexta-feira (19).
A paralisação partiu de uma recomendação nacional da Fasubra (Federação dos Técnicos Administrativos das Universidades Brasileiras), onde servidores deixarão de fazer as matrículas, nos dias 19,22 e 23 de junho.
De acordo com o presidente do SINTUFPI, André Gonçalves, apenas um servidor estava trabalhando no CCHL. “Andamos pela UFPI e observamos que o movimento estava fraquíssimo. Apenas quatro matrículas foram feitas pela manhã e o único servidor que trabalhava disse que não iria voltar à tarde”, relatou.
Ainda segundo André, as matrículas são realizadas por coordenadores dos cursos, mas os mesmos se recusaram. “Os coordenadores se recusam e encaminham para o DAA, mas lá eles dizem que só fazem matrículas de cotistas”, explicou.
Por conta da recusa dos coordenadores, o presidente do sindicato flagrou na manhã de hoje, uma funcionária terceirizada realizando matrículas. “No setor de farmácia, nós flagramos uma servidora terceirizada fazendo a função dos coordenadores, que é de fazer a matrícula. Isso não pode, é caracterizado como desvio de função. A reitoria disse que ia treinar pessoas para que os alunos não fossem afetados, mas a maioria não tem experiência nenhuma e não sabem mexer no sistema”, destacou.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da Universidade Federal do Piauí, que disse não ter conhecimento sobre o fato citado e afirmou que as matrículas estão ocorrendo normalmente.
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A paralisação partiu de uma recomendação nacional da Fasubra (Federação dos Técnicos Administrativos das Universidades Brasileiras), onde servidores deixarão de fazer as matrículas, nos dias 19,22 e 23 de junho.
De acordo com o presidente do SINTUFPI, André Gonçalves, apenas um servidor estava trabalhando no CCHL. “Andamos pela UFPI e observamos que o movimento estava fraquíssimo. Apenas quatro matrículas foram feitas pela manhã e o único servidor que trabalhava disse que não iria voltar à tarde”, relatou.
Ainda segundo André, as matrículas são realizadas por coordenadores dos cursos, mas os mesmos se recusaram. “Os coordenadores se recusam e encaminham para o DAA, mas lá eles dizem que só fazem matrículas de cotistas”, explicou.
Por conta da recusa dos coordenadores, o presidente do sindicato flagrou na manhã de hoje, uma funcionária terceirizada realizando matrículas. “No setor de farmácia, nós flagramos uma servidora terceirizada fazendo a função dos coordenadores, que é de fazer a matrícula. Isso não pode, é caracterizado como desvio de função. A reitoria disse que ia treinar pessoas para que os alunos não fossem afetados, mas a maioria não tem experiência nenhuma e não sabem mexer no sistema”, destacou.
Outro lado
O GP1 entrou em contato com a assessoria de comunicação da Universidade Federal do Piauí, que disse não ter conhecimento sobre o fato citado e afirmou que as matrículas estão ocorrendo normalmente.
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