Na próxima segunda-feira (10) começam as discussões na Assembleia Legislativa sobre o Plano Estadual de Educação que visa traçar metas para a educação no estado pelos próximos dez anos, na oportunidade será realizada uma audiência pública para discutir os vários pontos do projeto enviado à Alepi pelo governador Wellington Dias.
Dentre as metas estabelecidas pelo plano estão a universalização do ensino infantil e que 30% das escolas piauienses funcionem em tempo integral, além da proposta que tem causado polêmica em todas as casas legislativas onde há a discussão dos planos estaduais e municipais de educação, a inclusão da ideologia de gênero no ensino público. Na Câmara Municipal de Teresina, o plano municipal de educação foi aprovado no mês de junho sem a ideologia de gênero, em uma sessão bastante conturbada.
"O Plano também prevê mais valorização de professores e funcionários, uma parcela considerável de docentes com pós-graduação, metas para alfabetização em idade normal, entre muitas outras coisas. Tudo isso articulado ao sistema nacional de educação e em regime de colaboração", ressalta Evaldo Gomes.
Dentre as metas estabelecidas pelo plano estão a universalização do ensino infantil e que 30% das escolas piauienses funcionem em tempo integral, além da proposta que tem causado polêmica em todas as casas legislativas onde há a discussão dos planos estaduais e municipais de educação, a inclusão da ideologia de gênero no ensino público. Na Câmara Municipal de Teresina, o plano municipal de educação foi aprovado no mês de junho sem a ideologia de gênero, em uma sessão bastante conturbada.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Evaldo Gomes
O propositor da audiência pública é o presidente da Comissão de Saúde, Educação e Cultura, deputado estadual Evaldo Gomes. O parlamentar destaca que é preciso discutir como as metas do plano serão alcançadas, por isso a convocação de representantes das áreas envolvidas para a discussão do projeto na Assembleia.
Evaldo Gomes"O Plano também prevê mais valorização de professores e funcionários, uma parcela considerável de docentes com pós-graduação, metas para alfabetização em idade normal, entre muitas outras coisas. Tudo isso articulado ao sistema nacional de educação e em regime de colaboração", ressalta Evaldo Gomes.
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