Fechar
GP1

Piauí

Secretário da prefeitura de Miguel Leão nega denúncia do Ministério Público

O secretário executivo, Gideon de Lima, explicou que a funcionária, Liliane Gomes da Costa, não está quadro de funcionários do município desde janeiro de 2014.

Na tarde desta quarta-feira (11), o secretário executivo da prefeitura de Miguel Leão, Gideon de Lima, enviou direito de resposta ao GP1 a respeito da matéria intitulada Ministério Público investiga prefeito Joel de Lima, publicada na noite desta quinta-feira (10).

O secretário executivo, Gideon de Lima, explicou que a funcionária, Liliane Gomes da Costa, não está quadro de funcionários do município desde janeiro de 2014. Segundo a denúncia representada no Ministério Público, Liliane estaria na folha de pagamento do município de Miguel Leão, mas não prestaria qualquer tipo de serviço à Administração Pública, haja vista que há cerca de dois anos a funcionária estaria residindo em Brasília, no Distrito Federal. “Ela está desligada do quadro de funcionários do município desde janeiro do ano passado, exatamente porque ela foi embora para Brasília”, explicou.
Imagem: DivulgaçãoLista de desligamento de pessoal do município (Imagem:Divulgação)Lista de desligamento de pessoal do município
De acordo com a outra representação formulada no Ministério Público, sobre a disparidade entre os valores pagos aos profissionais da área de saúde, se tratando, especificamente, da médica Yaponira Soares Torres, que receberia a importância equivalente a R$ 18.856,00 enquanto os demais médicos do município ganham salários entre R$ 3.500,00 e R$ 3.700,00, o secretário executivo informou que o valor recebido pela médica é referente a dois meses de atraso do salário da profissional.

“A doutora Yaponira trabalhou em Miguel Leão por pouco tempo, e houve um atraso no salário dela, portanto esse valor é referente a este atraso. Devido ao fato dela ter sido integrante da equipe do PSF (Programa Saúde da família), e trabalhar de segunda-feira a quinta-feira, ou seja, quatro dias da semana, ela recebia o valor de R$ 9.100,00. Como na sexta-feira ela não ia, havia um médico que fazia plantão somente nesse dia, e recebia uma quantia de R$ 3.700, 00. O outro valor de R$ 3.500,00 era pago a médica ginecologista do município que apenas trabalhava na última sexta-feira de cada mês”, ponderou.

Imagem: DivulgaçãoContracheque da doutora Yaponira Soares Torres (Imagem:Divulgação)Contracheque da doutora Yaponira Soares Torres


Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.