Estudantes da Universidade Federal do Piauí relataram através de redes sociais um estranho caso ocorrido na noite desta quinta-feira (25). Alunos contam que ouviram gritos femininos vindos de dentro de um carro parado próximo a entrada principal da instituição.
Segundo depoimentos, por volta das 19h45min, pessoas que estavam no ponto de ônibus do Centro de Ciências da Educação (CCE) escutaram fortes gritos de uma mulher. Ao tentarem identificar de onde partiam os gritos avistaram um veículo modelo Uno de cor preta, que balançava próximo ao local. Imediatamente, tentaram procurar ajuda da segurança da UFPI, porém, o carro acelerou e saiu antes que anotassem sua placa.
Em uma comunidade intitulada Segredos UFPI, em que depoimentos são publicados anonimamente, um estudante publicou o relato.
Confira o texto na íntegra
Outro lado
Procurado pelo GP1, o chefe da Divisão de Vigilância da UFPI, José Ribamar da Silva, respondeu que foi informado do fato, e que esse caso é difícil de elucidar. “Pode ter sido um sequestro relâmpago, ou até mesmo uma briga de casal, nesses casos, é complicado para nossa segurança intervir. A polícia não foi acionada porque sequer sabíamos a placa do veículo”, afirmou.
Segundo depoimentos, por volta das 19h45min, pessoas que estavam no ponto de ônibus do Centro de Ciências da Educação (CCE) escutaram fortes gritos de uma mulher. Ao tentarem identificar de onde partiam os gritos avistaram um veículo modelo Uno de cor preta, que balançava próximo ao local. Imediatamente, tentaram procurar ajuda da segurança da UFPI, porém, o carro acelerou e saiu antes que anotassem sua placa.
Em uma comunidade intitulada Segredos UFPI, em que depoimentos são publicados anonimamente, um estudante publicou o relato.
Confira o texto na íntegra
Imagem: Divulgação/facebook
Estudante denuncia em rede social
Estudante denuncia em rede socialOutro lado
Procurado pelo GP1, o chefe da Divisão de Vigilância da UFPI, José Ribamar da Silva, respondeu que foi informado do fato, e que esse caso é difícil de elucidar. “Pode ter sido um sequestro relâmpago, ou até mesmo uma briga de casal, nesses casos, é complicado para nossa segurança intervir. A polícia não foi acionada porque sequer sabíamos a placa do veículo”, afirmou.
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