Para garantir o fortalecimento das propriedades rurais na região do semiárido, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, desenvolve desde o ano passado o Projeto Sertão Empreendedor, beneficiando 720 empreendimentos, em 36 municípios do sul do Estado.
Em menos de um ano de execução do projeto, já foram realizadas sete mil horas de consultorias nas propriedades cadastradas, quatro mil atendimentos técnicos aos produtores rurais, 47 cursos, 36 seminários e 60 oficinas, além de missões técnicas, para troca de experiências sobre as cadeias produtivas da ovinocaprinocultura, apicultura, fruticultura, bovinocultura, piscicultura e agricultura.
“O objetivo dessas ações foi repassar informação e conhecimento aos empreendedores do campo, disseminando práticas inovadoras de convivência com o semiárido, além de tecnologias sociais que podem contribuir para que essas propriedades se tornem mais competitivas e sustentáveis”, afirma o diretor técnico do Sebrae no Piauí, Delano Rocha.
Ainda segundo Rocha, a ideia é que as propriedades possam avançar mesmo em situações adversas, como é o caso das fortes estiagens. “Os produtores precisam adotar alternativas para manter o bom funcionamento dos empreendimentos, de maneira que as chuvas irregulares não comprometam a produtividade e a geração de renda no campo”, destaca.
No âmbito do Sertão Empreendedor os focos estratégicos para desenvolver a economia local são: fomentar o empreendedorismo; implementar tecnologias de gestão, produção e boas práticas; fortalecer o cooperativismo e associativismo; promover a formação profissional rural; fortalecer a governança local; estimular o acesso a mercados; e promover ações socioambientais.
Os resultados esperados para até o final de 2017, quando encerra o prazo de execução do projeto, são 100% das propriedades com pelo menos uma tecnologia implantada, mínimo de 10% de aumento na renda dos produtores, 75% dos empreendimentos com ferramentas de controle implementadas e 60% das propriedades com práticas sustentáveis.
Para que esses resultados sejam alcançados, o Sebrae conta com uma equipe de mais de vinte profissionais, entre engenheiros agrônomos, médicos veterinários e técnicos agropecuários, que realizam um trabalho contínuo nas propriedades rurais.
Periodicamente, esse grupo se reúne para avaliar e monitorar as ações previstas. Esta semana, aconteceu o primeiro encontro de 2016, quando foi apresentado o plano de trabalho que será executado até dezembro deste ano.
“Temos uma equipe comprometida, que tem feito a diferença no semiárido. Os primeiros resultados já começaram a aparecer. Com certeza conseguiremos transformar a realidade das comunidades rurais. Precisamos também engajar mais entidades nessa luta, viabilizando o máximo de ações possíveis para alcançar ou até ultrapassar as metas”, comenta Delano Rocha.
Entre as mudanças já percebidas nas propriedades rurais estão: classificação zootécnica do rebanho, manejo sanitário adequado dos animais, profissionalização da gestão dos empreendimentos, adoção de técnicas alternativas de manejo apícola, preparo de canteiros, reserva estratégica de água, entre outras práticas.
Em menos de um ano de execução do projeto, já foram realizadas sete mil horas de consultorias nas propriedades cadastradas, quatro mil atendimentos técnicos aos produtores rurais, 47 cursos, 36 seminários e 60 oficinas, além de missões técnicas, para troca de experiências sobre as cadeias produtivas da ovinocaprinocultura, apicultura, fruticultura, bovinocultura, piscicultura e agricultura.
“O objetivo dessas ações foi repassar informação e conhecimento aos empreendedores do campo, disseminando práticas inovadoras de convivência com o semiárido, além de tecnologias sociais que podem contribuir para que essas propriedades se tornem mais competitivas e sustentáveis”, afirma o diretor técnico do Sebrae no Piauí, Delano Rocha.
Ainda segundo Rocha, a ideia é que as propriedades possam avançar mesmo em situações adversas, como é o caso das fortes estiagens. “Os produtores precisam adotar alternativas para manter o bom funcionamento dos empreendimentos, de maneira que as chuvas irregulares não comprometam a produtividade e a geração de renda no campo”, destaca.
No âmbito do Sertão Empreendedor os focos estratégicos para desenvolver a economia local são: fomentar o empreendedorismo; implementar tecnologias de gestão, produção e boas práticas; fortalecer o cooperativismo e associativismo; promover a formação profissional rural; fortalecer a governança local; estimular o acesso a mercados; e promover ações socioambientais.
Os resultados esperados para até o final de 2017, quando encerra o prazo de execução do projeto, são 100% das propriedades com pelo menos uma tecnologia implantada, mínimo de 10% de aumento na renda dos produtores, 75% dos empreendimentos com ferramentas de controle implementadas e 60% das propriedades com práticas sustentáveis.
Para que esses resultados sejam alcançados, o Sebrae conta com uma equipe de mais de vinte profissionais, entre engenheiros agrônomos, médicos veterinários e técnicos agropecuários, que realizam um trabalho contínuo nas propriedades rurais.
Periodicamente, esse grupo se reúne para avaliar e monitorar as ações previstas. Esta semana, aconteceu o primeiro encontro de 2016, quando foi apresentado o plano de trabalho que será executado até dezembro deste ano.
“Temos uma equipe comprometida, que tem feito a diferença no semiárido. Os primeiros resultados já começaram a aparecer. Com certeza conseguiremos transformar a realidade das comunidades rurais. Precisamos também engajar mais entidades nessa luta, viabilizando o máximo de ações possíveis para alcançar ou até ultrapassar as metas”, comenta Delano Rocha.
Entre as mudanças já percebidas nas propriedades rurais estão: classificação zootécnica do rebanho, manejo sanitário adequado dos animais, profissionalização da gestão dos empreendimentos, adoção de técnicas alternativas de manejo apícola, preparo de canteiros, reserva estratégica de água, entre outras práticas.
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