A Associação Piauiense de Municípios (APPM), o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público Estadual (MPE-PI), o Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), a Controladoria Geral da União (CGU), a Ordem de Advogados do Brasil, Secção Piauí (OAB-PI) e o Conselho Regional de Contabilidade do Piauí (CRC-PI) estiveram reunidos no início desta semana, onde foi debatido os últimos ajusteis feitos a fim de adequação dos municípios piauienses na Lei de Acesso À Informação.
O presidente da APPM, Arinaldo Leal, relatou o que já foi feito nesses três anos da criação do Portal da Transparência pela associação municipalista, onde apenas 125 municípios dos 224 do Estado aderiram à iniciativa da APPM, buscando adequarem-se à Lei.
“Primeiro criamos uma plataforma para que os municípios pudessem publicitar seus atos administrativos como manda a Lei. Agora daremos subsídios para que cada município tenha seu site institucional de maneira independente de com o acesso mais fácil ao cidadão”, afirmou Arinaldo Leal.
O Procurador Geral do Ministério Público de Contas, Marcos André, parabenizou a iniciativa da APPM em buscar junto a todos os órgãos de controle as soluções para os problemas que surgem. “Esse trabalho preventivo é fundamental e sabemos das dificuldades dos municípios, mas se 90% das prefeituras prestam contas em dia elas também podem alimentar a Transparência”, relatou.
O Procurador também disse que o TCE-PI unificou os requisitos para a Transparência de acordo com o que pede o MPF. O procurador federal, Carlos Wagner, afirmou que é possível aos municípios e Estados fazerem bem mais no quesito transparência. Que a média nacional é de apenas 3,9%, mas que há esperança de que a situação melhore.
“É importante que o município disponibilize seu site próprio, onde o cidadão tenha acesso as informações que necessite. Precisamos avançar mais para evitar punições e esse trabalho preventivo da APPM, que é fundamental para que o gestor não tenha maiores problemas principalmente após encerrar seu mandato”, explica o promotor.
De 11 de abril a 09 de maio o MPF fará um novo diagnóstico dos municípios e só então iniciará a fase punitiva, com ações públicas, reprovação de contas, inelegibilidade, suspensão de repasses e improbidade administrativa. Os órgãos de controle pretende realizar um Dia “D” para essa ação.
Imagem: Reprodução/Ascom-APPM
Reunião realizada na Sede da APPM
Reunião realizada na Sede da APPMO presidente da APPM, Arinaldo Leal, relatou o que já foi feito nesses três anos da criação do Portal da Transparência pela associação municipalista, onde apenas 125 municípios dos 224 do Estado aderiram à iniciativa da APPM, buscando adequarem-se à Lei.
“Primeiro criamos uma plataforma para que os municípios pudessem publicitar seus atos administrativos como manda a Lei. Agora daremos subsídios para que cada município tenha seu site institucional de maneira independente de com o acesso mais fácil ao cidadão”, afirmou Arinaldo Leal.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Arinaldo Leal
Arinaldo LealO Procurador Geral do Ministério Público de Contas, Marcos André, parabenizou a iniciativa da APPM em buscar junto a todos os órgãos de controle as soluções para os problemas que surgem. “Esse trabalho preventivo é fundamental e sabemos das dificuldades dos municípios, mas se 90% das prefeituras prestam contas em dia elas também podem alimentar a Transparência”, relatou.
O Procurador também disse que o TCE-PI unificou os requisitos para a Transparência de acordo com o que pede o MPF. O procurador federal, Carlos Wagner, afirmou que é possível aos municípios e Estados fazerem bem mais no quesito transparência. Que a média nacional é de apenas 3,9%, mas que há esperança de que a situação melhore.
“É importante que o município disponibilize seu site próprio, onde o cidadão tenha acesso as informações que necessite. Precisamos avançar mais para evitar punições e esse trabalho preventivo da APPM, que é fundamental para que o gestor não tenha maiores problemas principalmente após encerrar seu mandato”, explica o promotor.
De 11 de abril a 09 de maio o MPF fará um novo diagnóstico dos municípios e só então iniciará a fase punitiva, com ações públicas, reprovação de contas, inelegibilidade, suspensão de repasses e improbidade administrativa. Os órgãos de controle pretende realizar um Dia “D” para essa ação.
Imagem: Reprodução/Ascom-APPM
Os órgãos de controle pretende realizar um Dia "D" em busca de um novo diagnóstico dos municípios
Os órgãos de controle pretende realizar um Dia "D" em busca de um novo diagnóstico dos municípios
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