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Piauí

Ministério da Saúde destina R$8,3 milhões para o Piauí

Recursos serão aplicados no custeio de leitos de retaguarda e de serviços como consultas, exames, diagnósticos e tratamentos clínicos e cirúrgicos

Os municípios de União, Parnaíba e Teresina, no Piauí, passam a contar a partir desta quinta-feira (31) com o reforço de R$ 8,3 milhões para ampliar os serviços de média e alta complexidade oferecidos pelas unidades públicas de saúde nas regiões, conforme estabelecido nas portarias nº 525, nº 526 e nº 536, divulgadas na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (31).

Os recursos referem-se à habilitação da Etapa I do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Estado do Piauí, no município União, onde será alocado R$ 1,2 milhão. Também serão investidos R$ 6,8 milhões na implantação do Componente Hospitalar da Etapa II deste mesmo plano, no município de Parnaíba. No caso deste último município, o valor também será usado para custear a habilitação de leitos de enfermaria clínica de retaguarda dos hospitais públicos e contratualizados com o Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, existem 99 leitos de retaguarda no estado do Piauí, por meio do Programa S.O.S Emergências.
Imagem: Luis Macedo/Câmara dos DeputadosMarcelo Castro anunciou o novo teste neste sábado (16).(Imagem:Luis Macedo/Câmara dos Deputados)Marcelo Castro anunciou o novo teste neste sábado (16).
O município de Teresina foi contemplado com R$ 396,1 mil referentes à organização e implantação de Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. O recurso é destinado ao custeio do Hospital Universitário Federal do Piauí, que a partir de agora está habilitado como Unidade de Assistência em Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Parenteral do estado.

Os valores serão incorporados ao Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade do Piauí e dos municípios de União e Parnaíba e repassados aos respectivos fundos Estaduais e Municipais de Saúde, responsáveis por gerenciar a verba e distribuí-la para as instituições e serviços contemplados pelas portarias.

O Limite Financeiro da Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar é um dos componentes do Bloco da Atenção de Média e Alta Complexidade e destina-se ao financiamento dos procedimentos e de incentivos permanentes, transferidos mensalmente para custeio de ações de média e alta complexidade. Por meio desse recurso, os estados custeiam serviços como consultas, exames, diagnósticos, tratamentos clínicos e cirúrgicos, reabilitações, acompanhamento pré e pós-operatório, UTI, transplantes, tratamento de doenças raras e obesidade, ortopedia, neurologia, queimados, cardiovascular entre outros serviços e procedimentos de média e alta complexidade.

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