O Tribunal de Contas do Estado do Piauí vai julgar, na próxima terça-feira (19), denúncia contra a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), na gestão do reitor Carlos Alberto, por irregularidades na realização de obras no campi Torquato Neto, em Teresina. Segundo a representação, as obras não possuíram responsável técnico, além da utilização de trabalhadores de “serviços gerais”, para trabalhar no ofício de pedreiros.
Imagem: Divulgação
Obras realizadas por servidores da Limpel
Obras realizadas por servidores da LimpelDe acordo com a denúncia, protocolada em março de 2013, a construção estava sendo executada por servidores da LIMPEL que é uma empresa especializada para fazer serviços gerais e pequenos serviços manutenção, mas não para construção de grande porte, como as salas de aula que estão sendo construídas. O denunciante informou que um dos pedreiros da obra confirmou a ausência de planta de engenharia que determinasse as dimensões das construções.
De acordo com as informações apresentadas, a UESPI estaria construindo a obra diretamente através da Prefeitura Universitária e executando a obra, o que não é permitido por lei. A denúncia pede a suspensão imediata das obras e abertura de processo administrativo para investigar o caso.
Defesa
Em defesa apresentada ao TCE, Carlos Alberto Pereira da Silva, reitor da Uespi à época, informou que a obra era uma pequena reforma executada diretamente pela universidade e que o material utilizado foi adquirido através de licitação. A Equipe Técnica responsável pela reforma era do Departamento de Engenharia da Uespi, composto de duas arquitetas, um engenheiro e um técnico em manutenção de projetos. O ex-reitor considerou a denúncia como “meramente eleitoreira”.
Defesa
Em defesa apresentada ao TCE, Carlos Alberto Pereira da Silva, reitor da Uespi à época, informou que a obra era uma pequena reforma executada diretamente pela universidade e que o material utilizado foi adquirido através de licitação. A Equipe Técnica responsável pela reforma era do Departamento de Engenharia da Uespi, composto de duas arquitetas, um engenheiro e um técnico em manutenção de projetos. O ex-reitor considerou a denúncia como “meramente eleitoreira”.
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