A vereadora Edilene Mendes Jorge, de Lagoinha do Piauí, é acusada de receber, enquanto exercia a função de secretária de agricultura da cidade de Lagoinha do Piauí, em 2014, o auxílio do programa Bolsa Estiagem.
A ex-secretária de Agricultura recebia o benefício de R$ 80 por mês do programa federal de dezembro de 2013 até janeiro de 2014, de acordo com a Folha de Pagamento Bolsa Estiagem.
“A vereadora Edilene, que não trabalha em roça, além de ter recebido o Bolsa Família por alguns anos recebe e continua recebendo o Bolsa Estiagem do Governo federal”, disse o denunciante que preferiu não se identificar.
Ainda de acordo com o denunciante, Edilene Mendes Jorge era suplente e assumiu o cargo de vereadora de Lagoinha do Piauí em agosto de 2015 quando Lucinda Sousa Santos Silva renunciou ao cargo.
O morador acrescentou que esse benefício serviria para uma família necessitada. “Além de ser vereadora a mesma não é trabalhadora rural, pois o Bolsa Estiagem é para quem trabalha na roça, serviria para outra família de Lagoinha que realmente precisa e que são trabalhadores rurais”, avaliou.
O Bolsa Estiagem é um auxílio financeiro a agricultores familiares que vivem em municípios em situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo Governo Federal. Pelo Bolsa Estiagem, cada produtor afetado pela seca recebe mensalmente R$ 80,00, por meio do cartão de pagamento do Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.
Outro lado
A vereadora Edilene Mendes informou ao GP1 que quem recebia o Bolsa Estiagem, há mais ou menos dois ou três anos, era seu marido, e na época ela era candidata a vereadora. “Meu marido recebeu por um tempo, e o dinheiro caia na minha conta através do Bolsa Escola. Mas quando me tornei primeira suplente, que eu assumi no lugar de outro vereador, tudo foi cancelado. Esse benefício, nem mesmo a população de Alagoinha recebe mais”, afirmou.
A vereadora afirmou estar sofrendo retaliações. “Estão tentando sujar minha imagem. Quem falou isso está mentindo, e eu não tenho medo. Estou como vereadora na cidade, mas sempre morei e trabalhei na roça”, disse.
A ex-secretária de Agricultura recebia o benefício de R$ 80 por mês do programa federal de dezembro de 2013 até janeiro de 2014, de acordo com a Folha de Pagamento Bolsa Estiagem.
“A vereadora Edilene, que não trabalha em roça, além de ter recebido o Bolsa Família por alguns anos recebe e continua recebendo o Bolsa Estiagem do Governo federal”, disse o denunciante que preferiu não se identificar.
Imagem: divulgação
Folha de Pagamento da Bolsa Estiagem
No site de pagamento da Bolsa Estiagem não é possível fazer a pesquisa referente ao ano de 2015.
Folha de Pagamento da Bolsa EstiagemAinda de acordo com o denunciante, Edilene Mendes Jorge era suplente e assumiu o cargo de vereadora de Lagoinha do Piauí em agosto de 2015 quando Lucinda Sousa Santos Silva renunciou ao cargo.
O morador acrescentou que esse benefício serviria para uma família necessitada. “Além de ser vereadora a mesma não é trabalhadora rural, pois o Bolsa Estiagem é para quem trabalha na roça, serviria para outra família de Lagoinha que realmente precisa e que são trabalhadores rurais”, avaliou.
O Bolsa Estiagem é um auxílio financeiro a agricultores familiares que vivem em municípios em situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo Governo Federal. Pelo Bolsa Estiagem, cada produtor afetado pela seca recebe mensalmente R$ 80,00, por meio do cartão de pagamento do Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.
Outro lado
A vereadora Edilene Mendes informou ao GP1 que quem recebia o Bolsa Estiagem, há mais ou menos dois ou três anos, era seu marido, e na época ela era candidata a vereadora. “Meu marido recebeu por um tempo, e o dinheiro caia na minha conta através do Bolsa Escola. Mas quando me tornei primeira suplente, que eu assumi no lugar de outro vereador, tudo foi cancelado. Esse benefício, nem mesmo a população de Alagoinha recebe mais”, afirmou.
A vereadora afirmou estar sofrendo retaliações. “Estão tentando sujar minha imagem. Quem falou isso está mentindo, e eu não tenho medo. Estou como vereadora na cidade, mas sempre morei e trabalhei na roça”, disse.
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