A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT) deu um prazo para os vendedores de livros usados, que comercializam na Praça Demóstenes Avelino (Praça do Fripisa), Centro de Teresina, desocuparem o espaço até o próximo domingo (15). A saída de todos os stands deveria ter acontecido no dia 08 de maio.
Dos 118 stands, nove ainda se encontram na praça. Uma das feirantes que ainda permanece no local, Rosilene, explicou que continua lá por conta das vendas fiadas que faz. “Muita gente compra fiado na minha mão e paga no sábado, por isso pedi mais um prazo, que é exatamente o tempo que eu combinei com eles. Claro que nosso interesse é continuar aqui, mas sábado eu estou saindo, se não pode, não vou ficar, até para que da próxima vez não tenha problema”, afirmou.
“A maioria dos vendedores demonstra posição favorável a isso. Não é uma decisão feita de modo unilateral, somente pela Prefeitura Municipal. Tudo foi conversado. Inclusive ainda dilatamos esse tempo de permanência, para que aqueles que ainda estão no local consigam retirar seus produtos e buscar novas instalações”, esclarece o gestor da Semest, Olavo Braz.
A comercialização de livros usados na Praça do Fripisa existe há 22 anos e permite a geração de renda para mais de 230 pessoas. Conforme o Código de Postura do Município, um espaço público não pode ser ocupado de modo permanente, pois serve de espaço para vários grupos da cidade.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Praça do fripisa
Praça do fripisaDos 118 stands, nove ainda se encontram na praça. Uma das feirantes que ainda permanece no local, Rosilene, explicou que continua lá por conta das vendas fiadas que faz. “Muita gente compra fiado na minha mão e paga no sábado, por isso pedi mais um prazo, que é exatamente o tempo que eu combinei com eles. Claro que nosso interesse é continuar aqui, mas sábado eu estou saindo, se não pode, não vou ficar, até para que da próxima vez não tenha problema”, afirmou.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Rosilene
A feira de livros é autorizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Economia Solidária (Semest) todo ano. Porém como o local é público e destinado a toda a população, a permanência é temporária, no caso desses pequenos empreendedores, eles têm direito de vender esse tipo de produto na praça de janeiro à maio.
Rosilene“A maioria dos vendedores demonstra posição favorável a isso. Não é uma decisão feita de modo unilateral, somente pela Prefeitura Municipal. Tudo foi conversado. Inclusive ainda dilatamos esse tempo de permanência, para que aqueles que ainda estão no local consigam retirar seus produtos e buscar novas instalações”, esclarece o gestor da Semest, Olavo Braz.
A comercialização de livros usados na Praça do Fripisa existe há 22 anos e permite a geração de renda para mais de 230 pessoas. Conforme o Código de Postura do Município, um espaço público não pode ser ocupado de modo permanente, pois serve de espaço para vários grupos da cidade.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Alguns feirantes ainda estão na praça do fripisa
Alguns feirantes ainda estão na praça do fripisaImagem: Lucas Dias/GP1
Banca de livro
Banca de livroImagem: Lucas Dias/GP1
Banca da dona Rosilene
Banca da dona Rosilene
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