Os criadores de gado do Piauí que ainda não certificaram a vacinação contra a febre aftosa de seus rebanhos têm até esta quinta-feira (30) para realizar o procedimento. Essa etapa estava prevista para encerrar dia 15 de junho de 2016, porém, foi prorrogada até amanhã para atender a demanda de forma satisfatória.
Para certificar, os responsáveis pelos animais devem procurar o escritório da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) onde são cadastrados. “Muito mais importante que vacinar é certificar, para comprovar a vacinação. As sanções para quem não fizer isso são: ficará proibido de transitar e comercializar o gado, a fazenda poderá ser isolada e ainda pagará multas”, explica o Diretor Geral da Adapi, Antoniel Silva.
A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que atingem bovinos e bubalinos. O Piauí está livre desde 2014 e é reconhecido como um dos Estados que mais avança no combate à doença em todo o país. Em 2016, a meta de vacinação é 90%. No ano passado, 95% do rebanho piauiense foi vacinado e cerca de 65 mil gados foram exportados, gerando um lucro de 50 milhões de reais para a economia piauiense.
Além da febre aftosa, o governador Wellington Dias ressalta que os rebanhos também devem ser vacinados também contra a brucelose. “O objetivo é alcançar todo o rebanho, cerca de 1.650.000 cabeças de gado que temos, e esse ano, também trabalhar no combate à brucelose” - doença que ataca os animais mamíferos e também o ser humano. A vacina é destinada apenas para fêmeas de três a oito meses de idade, em dose única, ou seja, o animal vacinado uma vez estará imunizado para sempre.
Para certificar, os responsáveis pelos animais devem procurar o escritório da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) onde são cadastrados. “Muito mais importante que vacinar é certificar, para comprovar a vacinação. As sanções para quem não fizer isso são: ficará proibido de transitar e comercializar o gado, a fazenda poderá ser isolada e ainda pagará multas”, explica o Diretor Geral da Adapi, Antoniel Silva.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Diretor Geral da Adapi, Antoniel Sousa Silva
Conforme o calendário nacional estabelecido pelo Ministério da Agricultura, a campanha tem duas fases: a vacinação e a certificação. A primeira etapa deste ano foi lançada no dia 07 de maio. A segunda deve acontecer nos meses de novembro e dezembro.
Diretor Geral da Adapi, Antoniel Sousa SilvaA febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que atingem bovinos e bubalinos. O Piauí está livre desde 2014 e é reconhecido como um dos Estados que mais avança no combate à doença em todo o país. Em 2016, a meta de vacinação é 90%. No ano passado, 95% do rebanho piauiense foi vacinado e cerca de 65 mil gados foram exportados, gerando um lucro de 50 milhões de reais para a economia piauiense.
Além da febre aftosa, o governador Wellington Dias ressalta que os rebanhos também devem ser vacinados também contra a brucelose. “O objetivo é alcançar todo o rebanho, cerca de 1.650.000 cabeças de gado que temos, e esse ano, também trabalhar no combate à brucelose” - doença que ataca os animais mamíferos e também o ser humano. A vacina é destinada apenas para fêmeas de três a oito meses de idade, em dose única, ou seja, o animal vacinado uma vez estará imunizado para sempre.
Imagem: Lucas Dias/GP1
Governador Wellington Dias
Com a campanha, os bovinos e bubalinos podem ser comercializados e isso gera uma rentabilidade significativa para o Estado. “Nossa primeira meta é deixar os nossos animais livre da doença e, com isso, resulta na possibilidade de comercialização desses animais. Para este ano, a gente espera que um milhão e 700 mil gados sejam vacinados e pelo menos 100 mil sejam comercializados”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Lima.
Governador Wellington Dias Imagem: Lucas Dias/GP1
Secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Lima
Secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Lima
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