Uma mulher, que não teve o nome revelado, foi detida por policiais militares, na tarde desta quarta-feira (13), após ameaçar jogar o filho de quatro anos da ponte Juscelino Kubistchek (JK), sentido leste/centro de Teresina.
“Esse fato ocorreu hoje por volta das 13 horas. O Copom nos repassou que uma pessoa queria cometer suicídio na ponte Juscelino Kubistchek, sentido leste/centro. Quando chegamos lá, alguns populares se encontravam com ela. Só que a situação era totalmente outra, na verdade, a situação é que um casal está separado, a mulher não aceita e estava usando o filho para chantagear o ex-cônjuge. Ela ligou para ele, dizendo que ia cometer esse desatino. Ele chegou ao local e pegou a criança, de quatro anos", relatou o sargento Braga, da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo a polícia, os envolvidos foram conduzidos à Central de Flagrantes, mas o delegado informou que nenhum procedimento poderia ser realizado. A PM orientou ao pai da criança que procurasse o Conselho Tutelar para que fossem tomadas as providências cabíveis.
“Conduzimos eles para a Central, porém não foi feito nenhum procedimento, o delegado achou que não cabia nenhum procedimento, e nós orientamos o pai da criança que procurasse o Conselho Tutelar para que fossem tomadas as providências com relação à guarda da criança. Na hora ela estava muito nervosa, nós chegamos à conclusão de que realmente ela queria fazer aquilo para chamar a atenção dele”, concluiu.
“Esse fato ocorreu hoje por volta das 13 horas. O Copom nos repassou que uma pessoa queria cometer suicídio na ponte Juscelino Kubistchek, sentido leste/centro. Quando chegamos lá, alguns populares se encontravam com ela. Só que a situação era totalmente outra, na verdade, a situação é que um casal está separado, a mulher não aceita e estava usando o filho para chantagear o ex-cônjuge. Ela ligou para ele, dizendo que ia cometer esse desatino. Ele chegou ao local e pegou a criança, de quatro anos", relatou o sargento Braga, da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo a polícia, os envolvidos foram conduzidos à Central de Flagrantes, mas o delegado informou que nenhum procedimento poderia ser realizado. A PM orientou ao pai da criança que procurasse o Conselho Tutelar para que fossem tomadas as providências cabíveis.
“Conduzimos eles para a Central, porém não foi feito nenhum procedimento, o delegado achou que não cabia nenhum procedimento, e nós orientamos o pai da criança que procurasse o Conselho Tutelar para que fossem tomadas as providências com relação à guarda da criança. Na hora ela estava muito nervosa, nós chegamos à conclusão de que realmente ela queria fazer aquilo para chamar a atenção dele”, concluiu.
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