Teve início nesta quarta-feira (06), na sede da Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi), uma série de palestras e cursos ofertados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O encontro segue até sexta-feira (08).
Com o objetivo de aumentar o número de empresas na cooperação do comércio exterior e, consequentemente, as exportações de produtos e serviços do estado, o ciclo foi aberto pelo analista do comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento Industrial, Afonso Celso. Ele falou da possiblidade do aumento de exportações com a participação de pequenas empresas.
Empresário do ramo artesanal no Piauí há quatro anos, Ery Barradas pretende adentrar ao mercado internacional, focando principalmente na logística de exportação com produtos de valor agregado à cultura local.
Por sua vez, Islano Marques, que é gerente do comércio internacional da Fiepi, falou dos números que atualmente representam o Piauí no mercado exterior. “A base exportadora do Piauí são cinco principais produtos; soja em grãos, ceras vegetais, milho em grãos, algodão e mel natural, que são originalmente exportados por cinco grandes empresas que corresponde a 95% deste mercado. Os outros 5% são compostos por umas 50 pequenas empresas”.
Exportações
Dados informam que, em 2015, o Piauí foi 20º exportador entre os estados brasileiros e o sexto da Região Nordeste, respondendo por 1,6% do total de vendas externas da região. Durante o período, as exportações totalizaram U$ 402 milhões e as importações US$ 111 milhões, gerando um superávit de US$ 291 milhões.
A pauta exportadora, no mesmo ano, foi composta 85,8% de produtos básicos e 14,2% por bens industrializados (manufaturados e semimanufaturados). Os principais destinos das exportações do estado foram China, Espanha, Estados Unidos, Japão e Reino Unido.
Com o objetivo de aumentar o número de empresas na cooperação do comércio exterior e, consequentemente, as exportações de produtos e serviços do estado, o ciclo foi aberto pelo analista do comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento Industrial, Afonso Celso. Ele falou da possiblidade do aumento de exportações com a participação de pequenas empresas.
Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Afonso Celso, analista do comércio internacional
“Exportar é bom, sobretudo porque se cria opções de comércio, gera emprego e renda, movimenta economia local, é bom para o governo federal também porque gera divisas, fortalece todo o sistema financeiro. Aqui haverá a capacitação completa para que os empresários possam desenvolver suas atividades com amplo conhecimento de logística e mercado”, disse.
Afonso Celso, analista do comércio internacional Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Curso de exportação no Piauí
Sobre o treinamento técnico de conhecimento necessário para o que empresário esteja apto a exportar, Afonso destacou pontos importantes para quem deseja entrar o mercado exterior. “Todo mundo pode exportar, desde que esteja preparado para adentrar ao comércio internacional, para isso é necessário, primeiramente, um produto de qualidade. Não existe regra, basta o empresário identificar quem está interessado em comprar o seu produto, é para isso que estamos aqui, para axiliar neste processo”, frisou.
Curso de exportação no Piauí Empresário do ramo artesanal no Piauí há quatro anos, Ery Barradas pretende adentrar ao mercado internacional, focando principalmente na logística de exportação com produtos de valor agregado à cultura local.
Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Empresário Ery Barradas (lado esquerdo) junto com diretor da empresa Cooperline
“Vamos começar focando na historia de vida dos artesãos, associada a cada produto, criando também um canal de valorização das cooperativas no Estado. Queremos atuar também como intermediários destes para venda no mercado doméstico e exterior, pois lá foram eles dão valor e há grande espaço para este tipo de produto”, disse.
Empresário Ery Barradas (lado esquerdo) junto com diretor da empresa CooperlinePor sua vez, Islano Marques, que é gerente do comércio internacional da Fiepi, falou dos números que atualmente representam o Piauí no mercado exterior. “A base exportadora do Piauí são cinco principais produtos; soja em grãos, ceras vegetais, milho em grãos, algodão e mel natural, que são originalmente exportados por cinco grandes empresas que corresponde a 95% deste mercado. Os outros 5% são compostos por umas 50 pequenas empresas”.
Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Islano Marques, gerente do comércio internacional do Piauí
Para o gerente, o encontro é a oportunidade de incentivar mais empresários para ampliar a participação do Piauí, que já atua há mais de dois anos, na área internacional. "Temos a preocupação em dar oportunidade para que outros empresários possam atuar nessa linha, ampliando desta forma a capacidade de participação do Estado no mercado lá fora”, finalizou.
Islano Marques, gerente do comércio internacional do PiauíExportações
Dados informam que, em 2015, o Piauí foi 20º exportador entre os estados brasileiros e o sexto da Região Nordeste, respondendo por 1,6% do total de vendas externas da região. Durante o período, as exportações totalizaram U$ 402 milhões e as importações US$ 111 milhões, gerando um superávit de US$ 291 milhões.
A pauta exportadora, no mesmo ano, foi composta 85,8% de produtos básicos e 14,2% por bens industrializados (manufaturados e semimanufaturados). Os principais destinos das exportações do estado foram China, Espanha, Estados Unidos, Japão e Reino Unido.
Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Curso de exportação atrai empresário de pequeno porte no Piauí
Curso de exportação atrai empresário de pequeno porte no Piauí Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Curso de exportação na Fiepi
Curso de exportação na Fiepi Imagem: Francisco Barbosa/GP1
Capacitação deve continuar até sexta-feira
Capacitação deve continuar até sexta-feira
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