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Vereador nega disseminação de fake news e questiona processos contra prefeito João Arilson

Em seu direito de resposta, o vereador também destacou que já venceu uma ação contra o prefeito.

A assessoria jurídica do vereador Cláudio José Galvão encaminhou, na tarde desta quinta-feira (24), pedido de direito de resposta ao GP1 em relação à matéria que trata de sua condenação por danos morais ao prefeito de Lagoa de São Francisco, João Arilson de Mesquita Bezerra, com destaque para a disseminação de fake news.

Ao GP1, o vereador afirmou que apresentou uma informação sobre os precatórios dos professores da cidade, alegando que os valores estavam depositados na Caixa Econômica Federal. Segundo Cláudio José Galvão, o prefeito João Arilson “sentiu-se atingido” e ingressou com uma ação por danos morais.

Foto: Reprodução/FacebookVereador Cláudio José Galvão
Vereador Cláudio José Galvão

“Cabe ressaltar que, há cerca de três anos, compartilhei em minhas redes sociais uma informação de interesse público: a de que os precatórios dos professores estavam depositados na Caixa Econômica Federal – o que, de fato, se confirma. No entanto, o prefeito sentiu-se atingido e ingressou com uma ação por danos morais, resultando em uma decisão judicial que determinou o pagamento de uma indenização de pouco mais de R$ 3 mil, valor que respeitarei e cumprirei conforme determina a Justiça”, consta em trecho do comunicado.

O vereador também destacou que já venceu uma ação contra o prefeito, também por danos morais. Por fim, Cláudio José Galvão alegou que João Arilson responde a oito ações por improbidade administrativa e solicitou que o gestor municipal esclareça o assunto à sociedade.

“Vale dizer que também ganhei uma ação já julgada em primeira e segunda instância por danos morais, devido ao desconto indevido em meus vencimentos, já que sou servidor público municipal. Dito isso, o mais relevante neste momento é que o gestor municipal esclareça à sociedade por que responde a oito ações de improbidade administrativa, todas protocoladas entre 2021 e 2025”, acrescentou.

Confira a nota na íntegra

Em respeito ao direito à informação e à transparência com a população de Lagoa de São Francisco venho esclarecer os fatos relacionados à matéria divulgada por esse respeitável portal.

Desde o início da atual gestão municipal, em 2021, sob comando do prefeito João Arilson, tanto eu quanto outros vereadores apresentamos diversas denúncias junto ao Ministério Público de Pedro II. Tais denúncias foram devidamente apuradas e resultaram em várias ações de improbidade administrativa, como a recentemente divulgada, que solicita a devolução de mais de R$ 380 mil aos cofres públicos. Ao invés de apresentar argumentos que contestem os fatos, o prefeito tenta desviar o foco da população com acusações infundadas.

Cabe ressaltar que, há cerca de três anos, compartilhei em minhas redes sociais uma informação de interesse público: a de que os precatórios dos professores estavam depositados na Caixa Econômica Federal – o que de fato se confirma. No entanto, o prefeito sentiu-se atingido e ingressou com uma ação por danos morais, resultando em uma decisão judicial que determinou o pagamento de uma indenização de pouco mais de R$ 3 mil, valor que respeitarei e cumprirei conforme determina a Justiça.

Vale dizer que eu também ganhei uma ação de isso já julgado e primeira e segunda instância por danos morais por ele descontar meus vencimentos já que sou funcionário público municipal.

Dito isso, o mais relevante neste momento é que o gestor municipal esclareça à sociedade por que responde a oito ações de improbidade administrativa, todas protocoladas entre 2021 e 2025.

Reafirmo meu compromisso com a verdade, a fiscalização dos recursos públicos e a defesa dos interesses do povo de Lagoa de São Francisco-Pi.

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