Em Mogi das Cruzes, o PT busca pela primeira vez a prefeitura da cidade e aposta na renovação para atingir seu objetivo. A ideia atende às diretrizes definidas no último congresso do partido e tem o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Assim como em São Paulo, Lula defende um novo nome para a disputa. No caso de Mogi, será Marcos Soares, advogado e presidente da OAB local e recém filiado ao partido.
Aos 35 anos, Marco Soares preside a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil na cidade. Recém filiado ao PT, ganhou notoriedade em 2003 quando liderou um movimento contra a criação de um aterro sanitário que despejaria o lixo da cidade de São Paulo na região.
“Na época, o prefeito e todos os vereadores aqui da nossa cidade eram favoráveis a esse empreendimento, que era da iniciativa privada e que não beneficiaria a cidade (Mogi) ou as demais cidades do Alto Tietê”, lembra. A partir de então, lembra Soares, a OAB iniciou um debate sobre a viabilidade técnica do empreendimento e, após três anos, a maioria da população local era contrária a iniciativa.
“Por eu ter feito parte desse seu trajeto, meu nome ficou em evidência para que pudesse ser um representante da população. E pelo fato de eu estar muito ligado a mobilizações populares, aos movimentos sociais, é que eu me aproximei do Partido dos Trabalhadores, em razão dessa identidade, e hoje estou filiado a este partido”, conta.
Para o novo petista, a estratégia de novos nomes atende ao objetivo de fortalecer o partido e fugir do estereótipo de que todo petista que é ligado aos movimentos sindicais. “Foram elencadas algumas cidades tidas como prioridades para chegarmos até o Palácio dos Bandeirantes e à própria prefeitura da capital. Essas cidades têm alguns requisitos, como a densidade populacional, a possibilidade de ter sucesso”, explica.
Com isso, Soares conta com uma boa participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua campanha. “O Lula tem um núcleo que tem como objetivo justamente ter sucesso político e eleitoral no Estado de São Paulo.”
Aos 35 anos, Marco Soares preside a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil na cidade. Recém filiado ao PT, ganhou notoriedade em 2003 quando liderou um movimento contra a criação de um aterro sanitário que despejaria o lixo da cidade de São Paulo na região.
“Na época, o prefeito e todos os vereadores aqui da nossa cidade eram favoráveis a esse empreendimento, que era da iniciativa privada e que não beneficiaria a cidade (Mogi) ou as demais cidades do Alto Tietê”, lembra. A partir de então, lembra Soares, a OAB iniciou um debate sobre a viabilidade técnica do empreendimento e, após três anos, a maioria da população local era contrária a iniciativa.
“Por eu ter feito parte desse seu trajeto, meu nome ficou em evidência para que pudesse ser um representante da população. E pelo fato de eu estar muito ligado a mobilizações populares, aos movimentos sociais, é que eu me aproximei do Partido dos Trabalhadores, em razão dessa identidade, e hoje estou filiado a este partido”, conta.
Para o novo petista, a estratégia de novos nomes atende ao objetivo de fortalecer o partido e fugir do estereótipo de que todo petista que é ligado aos movimentos sindicais. “Foram elencadas algumas cidades tidas como prioridades para chegarmos até o Palácio dos Bandeirantes e à própria prefeitura da capital. Essas cidades têm alguns requisitos, como a densidade populacional, a possibilidade de ter sucesso”, explica.
Com isso, Soares conta com uma boa participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua campanha. “O Lula tem um núcleo que tem como objetivo justamente ter sucesso político e eleitoral no Estado de São Paulo.”
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