Após confusão no Congresso nesta quarta-feira (1°), ninguém sabe dizer se o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, vai ou não depor em uma comissão da câmara. Os deputados que apoiam o governo questionaram a votação. Até a próxima terça-feira, a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, está suspensa.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pediu esse tempo para analisar vídeos, ler a ata da reunião, conversar com deputados e decidir se mantém, ou não, a convocação do ministro, aprovada em votação polêmica na Comissão de Agricultura na Câmara.
A batalha política começou quando os deputados da comissão de Agricultura foram avisados que iriam votar uma proposta da oposição para convocar o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. O presidente da comissão, do Democratas (DEM), chamou os deputados para a votação simbólica.
“Vamos votar o requerimento. Senhores parlamentares que são favoráveis ao requerimento permaneçam como estão”, disse o presidente da comissão de Agricultura, que sete segundos depois, anunciou: “Aprovado o requerimento”. Isso deu início ao bate-boca.
A oposição comemorou. "O que aconteceu é que o governo dormiu. A assessoria do governo comeu mosca. Caminhamos para levar à discussão e à aprovação”, disse deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
Para os deputados que apoiam o governo, o presidente da comissão não foi fiel ao resultado. “Não teve ninguém que dormiu. Estávamos muito atentos e votamos. A manifestação majoritária foi contra, só que ele anunciou um resultado contrário. Ele mentiu”, atacou o deputado Bohn Gass (PT-RS) da comissão de Agricultura.
Quando souberam da convocação, líderes governistas estavam reunidos com a presidente Dilma Rousseff. Para eles, foi um golpe da oposição.
“Eles deram um golpe na maioria. Eles deram um golpe no regimento. Não houve vitória”, rebateu o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP), líder do PT na Câmara.
Deputados aliados do governo recorreram ao presidente da Câmara para tentar anular a convocação de Antônio Palocci. O presidente Marco Maia (PT-RS) decidiu suspender o resultado da votação até a próxima terça-feira.
A oposição diz que não pretende desistir de ouvir as explicações do ministro Palocci sobre o aumento do patrimônio dele. Para protegê-lo, o governo vai precisar da ajuda de parceiros importantes, como o PMDB, que andava insatisfeito. Os senadores do partido almoçaram com a presidente Dilma Rousseff e saíram do Palácio da Alvorada dizendo que está tudo bem.
“O presidente Michel Temer participou do almoço. Ele mostrou que o PMDB está afinado e mostrou que não há nenhum tipo de mal estar. Portanto, qualquer tipo de episódio passado já é superado”, afirmou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do PMDB no Senado.
Parlamentares de oposição disseram que se a convocação de Palocci for anulada poderão recorrer à Justiça, ao Supremo Tribunal Federal.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pediu esse tempo para analisar vídeos, ler a ata da reunião, conversar com deputados e decidir se mantém, ou não, a convocação do ministro, aprovada em votação polêmica na Comissão de Agricultura na Câmara.
A batalha política começou quando os deputados da comissão de Agricultura foram avisados que iriam votar uma proposta da oposição para convocar o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. O presidente da comissão, do Democratas (DEM), chamou os deputados para a votação simbólica.
“Vamos votar o requerimento. Senhores parlamentares que são favoráveis ao requerimento permaneçam como estão”, disse o presidente da comissão de Agricultura, que sete segundos depois, anunciou: “Aprovado o requerimento”. Isso deu início ao bate-boca.
A oposição comemorou. "O que aconteceu é que o governo dormiu. A assessoria do governo comeu mosca. Caminhamos para levar à discussão e à aprovação”, disse deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
Para os deputados que apoiam o governo, o presidente da comissão não foi fiel ao resultado. “Não teve ninguém que dormiu. Estávamos muito atentos e votamos. A manifestação majoritária foi contra, só que ele anunciou um resultado contrário. Ele mentiu”, atacou o deputado Bohn Gass (PT-RS) da comissão de Agricultura.
Quando souberam da convocação, líderes governistas estavam reunidos com a presidente Dilma Rousseff. Para eles, foi um golpe da oposição.
“Eles deram um golpe na maioria. Eles deram um golpe no regimento. Não houve vitória”, rebateu o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP), líder do PT na Câmara.
Deputados aliados do governo recorreram ao presidente da Câmara para tentar anular a convocação de Antônio Palocci. O presidente Marco Maia (PT-RS) decidiu suspender o resultado da votação até a próxima terça-feira.
A oposição diz que não pretende desistir de ouvir as explicações do ministro Palocci sobre o aumento do patrimônio dele. Para protegê-lo, o governo vai precisar da ajuda de parceiros importantes, como o PMDB, que andava insatisfeito. Os senadores do partido almoçaram com a presidente Dilma Rousseff e saíram do Palácio da Alvorada dizendo que está tudo bem.
“O presidente Michel Temer participou do almoço. Ele mostrou que o PMDB está afinado e mostrou que não há nenhum tipo de mal estar. Portanto, qualquer tipo de episódio passado já é superado”, afirmou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do PMDB no Senado.
Parlamentares de oposição disseram que se a convocação de Palocci for anulada poderão recorrer à Justiça, ao Supremo Tribunal Federal.
Ver todos os comentários | 0 |