O governo do Amapá instaurou uma sindicância para apurar o vazamento das fotos de seis dos presos na operação Voucher e punir os responsáveis. A operação foi deflagrada nesta semana pela Polícia Federal para apurar supostos desvios de dinheiro em convênios firmados pelo Ministério do Turismo.
A sindicância ficará a cargo do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) do Estado. "O governo do Amapá irá apurar a verdade; o Iapen já instaurou sindicância para estabelecer as responsabilidades e, caso comprovadas as acusações, punir os culpados", afirmou, em nota. "É política do governo assegurar a dignidade do preso em todas as unidades (penitenciárias) distribuídas pelo Estado". As fotos foram publicadas ontem no estadão.com.br
As fotos dos presos vazaram e acabaram publicadas na capa da edição desta sexta-feira, 12, do jornal A Gazeta, de Macapá. Os suspeitos aparecem sem camisa e segurando um papel com a própria identificação. Entre os envolvidos no esquema que aparecem nas fotografias estão o secretário executivo do Turismo, Frederico Silva Costa, o secretário de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins, e ex-secretário executivo da pasta Mário Augusto Lopes Moysés (que aparece sem identificação), ligado à senadora Marta Suplicy (PT).
A autenticidade das imagens foi confirmada ao Estado pela assessora da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Amapá, Marclene Oliveira. Ela afirmou não saber como as fotografias vazaram.
A presidente Dilma Rousseff considerou "inaceitável" a divulgação de fotos, segundo o porta-voz do Planalto, Rodrigo Baena Soares. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, considerou o vazamento das fotos "uma violação do princípio da dignidade do preso", informou a assessoria do Planalto.
Cardozo enviou ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) providências sobre o vazamento. Juristas e advogados ouvidos pelo Estado condenaram a exposição dos presos sem camisa, enquanto eram fichados. Para eles, o vazamento das imagens configura abuso de autoridade.
A sindicância ficará a cargo do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) do Estado. "O governo do Amapá irá apurar a verdade; o Iapen já instaurou sindicância para estabelecer as responsabilidades e, caso comprovadas as acusações, punir os culpados", afirmou, em nota. "É política do governo assegurar a dignidade do preso em todas as unidades (penitenciárias) distribuídas pelo Estado". As fotos foram publicadas ontem no estadão.com.br
As fotos dos presos vazaram e acabaram publicadas na capa da edição desta sexta-feira, 12, do jornal A Gazeta, de Macapá. Os suspeitos aparecem sem camisa e segurando um papel com a própria identificação. Entre os envolvidos no esquema que aparecem nas fotografias estão o secretário executivo do Turismo, Frederico Silva Costa, o secretário de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins, e ex-secretário executivo da pasta Mário Augusto Lopes Moysés (que aparece sem identificação), ligado à senadora Marta Suplicy (PT).
A autenticidade das imagens foi confirmada ao Estado pela assessora da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Amapá, Marclene Oliveira. Ela afirmou não saber como as fotografias vazaram.
A presidente Dilma Rousseff considerou "inaceitável" a divulgação de fotos, segundo o porta-voz do Planalto, Rodrigo Baena Soares. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, considerou o vazamento das fotos "uma violação do princípio da dignidade do preso", informou a assessoria do Planalto.
Cardozo enviou ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) providências sobre o vazamento. Juristas e advogados ouvidos pelo Estado condenaram a exposição dos presos sem camisa, enquanto eram fichados. Para eles, o vazamento das imagens configura abuso de autoridade.
Ver todos os comentários | 0 |