É preciso ver "caso a caso" se existe "promiscuidade" nos episódios de autoridades públicas viajando em jatos particulares de empresários, disse hoje o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.
"Eu acho que temos de ver caso a caso se efetivamente essa promiscuidade existe. Se a promiscuidade existir, efetivamente é indesejável, mas temos de analisar caso a caso pra ver se isso existe", comentou à imprensa o procurador-geral da República, após encontro com o vice-presidente, Michel Temer.
Segundo a última edição da revista "Época", o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) teria viajado em um jato particular de uma empresa que mantém negócios com o governo. Em nota divulgada hoje, Paulo Bernardo diz que jamais solicitou ou lhe foi oferecido "qualquer meio de transporte privado em troca de vantagem na administração pública federal".
"Eu acho que temos de ver caso a caso se efetivamente essa promiscuidade existe. Se a promiscuidade existir, efetivamente é indesejável, mas temos de analisar caso a caso pra ver se isso existe", comentou à imprensa o procurador-geral da República, após encontro com o vice-presidente, Michel Temer.
Segundo a última edição da revista "Época", o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) teria viajado em um jato particular de uma empresa que mantém negócios com o governo. Em nota divulgada hoje, Paulo Bernardo diz que jamais solicitou ou lhe foi oferecido "qualquer meio de transporte privado em troca de vantagem na administração pública federal".
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