Um projeto de lei apresentado pela deputada estadual Rejane Dias (PT) na sessão da ALEPI da última quinta-feira (22) defende que seja obrigação por parte das escolas públicas e privadas de ministrarem o conteúdo de educação para o trânsito. Apesar da medida ser educativa, a deputada defende mais rigor dos órgãos de fiscalização e da Justiça em relação às infrações e crimes no trânsito. Para isto, também requereu uma audiência pública para tratar o assunto.
“Se todas as pessoas cumprissem rigorosamente as regras de trânsito, praticamente não teríamos acidentes, nem amputações, nem mortes e todos os demais problemas relacionados a esta epidemia que tomou conta do Brasil e do Piauí. Apesar dos inúmeros alertas, vemos imprudência em todos os momentos. Para conter isto, só o rigor da lei, seguido de ações educativas paralelas. Temos que fazer algo mais que as tentativas de conscientização”, justificou a deputada.
Ela lembrou que o Mapa da Violência, elaborado pelo Ministério da Justiça, revelou que entre 1998 e 2008 foram mais de 6,25 mil mortes causadas por acidentes de trânsito no Estado. O levantamento mostra que os acidentes com motos crescerem 750% em 10 anos. Das 833 mortes registradas em 2008, mais da metade (458) eram motociclistas.
“No meio destes números está o álcool, que está presente na maioria dos acidentes graves. O governo faz sua parte realizando as blitzen para pegar os motoristas embriagados. Mas é preciso que esta ação se estenda e os infratores sofram as penalidades legais, que ainda são muito brandas para quem coloca a vida de muitos inocentes em risco”, comentou.
O pedido de audiência ainda precisa de aprovação na Assembleia, para depois ser estabelecida uma data para sua realização.
“Se todas as pessoas cumprissem rigorosamente as regras de trânsito, praticamente não teríamos acidentes, nem amputações, nem mortes e todos os demais problemas relacionados a esta epidemia que tomou conta do Brasil e do Piauí. Apesar dos inúmeros alertas, vemos imprudência em todos os momentos. Para conter isto, só o rigor da lei, seguido de ações educativas paralelas. Temos que fazer algo mais que as tentativas de conscientização”, justificou a deputada.
Ela lembrou que o Mapa da Violência, elaborado pelo Ministério da Justiça, revelou que entre 1998 e 2008 foram mais de 6,25 mil mortes causadas por acidentes de trânsito no Estado. O levantamento mostra que os acidentes com motos crescerem 750% em 10 anos. Das 833 mortes registradas em 2008, mais da metade (458) eram motociclistas.
“No meio destes números está o álcool, que está presente na maioria dos acidentes graves. O governo faz sua parte realizando as blitzen para pegar os motoristas embriagados. Mas é preciso que esta ação se estenda e os infratores sofram as penalidades legais, que ainda são muito brandas para quem coloca a vida de muitos inocentes em risco”, comentou.
O pedido de audiência ainda precisa de aprovação na Assembleia, para depois ser estabelecida uma data para sua realização.
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