“Queremos debater a questão do transporte público da capital como um todo. Teresina cresceu e se desenvolveu e o transporte público não acompanhou esse crescimento. Por isso o caos que vivemos hoje”, disse o deputado Evado Gomes, PTC, a abrir a audiência pública na manhã desta segunda-feira (26). O evento reuniu representantes da Prefeitura, Ministério Público, Setut, DCE da Ufpi e deputados estaduais e o deputado federal malus Sampaio, do PMDB.
Para o parlamentar existe carência no serviço público da capital. E o setor de transporte é um dos mais afetados. “Há avanços em Fortaleza e São Luis e também precisamos promover melhorias aqui também”, disse.
Evaldo Gomes ressaltou que a audiência visa chamar a atenção dos Poderes para uma questão que atrapalha a vida não apenas do trabalhador, mas de toda a sociedade. Ele lembra por exemplo que, “na questão do transporte coletivo falta a integração, paradas confortáveis e em número suficiente, além de pontes e viadutos”.
Cássio Borges, do DCE da UFPI, “queremos um serviço de qualidade e para isso entendemos que é necessário a auditoria na planilha, com a instrumentalização técnica que possa avaliar os dados apresentados pelas empresas. Precisamos saber o que é válido e o que não é na planilha”.
Para o deputado Marlus Sampaio, “transporte público é de responsabilidade do Poder Municipal. Cabe portanto ao gestor do município buscar alternativas para um transporte barato e eficiente”.
Mas o presidente do Setut rebate as críticas e argumenta que os custos apresentados na planilha são reais. Herbert Miura garante que os salários dos diretores das empresas são justos.
“São gerentes que ganham em R$ 4.700,00 enquanto em outras cidades recebem mais de R$ 10 mil”, justificou.
Miura responsabilizou o calor excessivo de Teresina e a gratuidade como os maiores responsáveis pelo alto custo da tarife de ônibus.
“Hoje a gratuidade gira em torno de um milhão passagens não pagas por mês. E as altas temperaturas consomem mais rápidos componentes como pneus por exemplo”, disse Miura.
Para o parlamentar existe carência no serviço público da capital. E o setor de transporte é um dos mais afetados. “Há avanços em Fortaleza e São Luis e também precisamos promover melhorias aqui também”, disse.
Evaldo Gomes ressaltou que a audiência visa chamar a atenção dos Poderes para uma questão que atrapalha a vida não apenas do trabalhador, mas de toda a sociedade. Ele lembra por exemplo que, “na questão do transporte coletivo falta a integração, paradas confortáveis e em número suficiente, além de pontes e viadutos”.
Cássio Borges, do DCE da UFPI, “queremos um serviço de qualidade e para isso entendemos que é necessário a auditoria na planilha, com a instrumentalização técnica que possa avaliar os dados apresentados pelas empresas. Precisamos saber o que é válido e o que não é na planilha”.
Imagem: Divulgação/GP1
Assembleia debate transporte público na capital
Assembleia debate transporte público na capitalPara o deputado Marlus Sampaio, “transporte público é de responsabilidade do Poder Municipal. Cabe portanto ao gestor do município buscar alternativas para um transporte barato e eficiente”.
Mas o presidente do Setut rebate as críticas e argumenta que os custos apresentados na planilha são reais. Herbert Miura garante que os salários dos diretores das empresas são justos.
“São gerentes que ganham em R$ 4.700,00 enquanto em outras cidades recebem mais de R$ 10 mil”, justificou.
Miura responsabilizou o calor excessivo de Teresina e a gratuidade como os maiores responsáveis pelo alto custo da tarife de ônibus.
“Hoje a gratuidade gira em torno de um milhão passagens não pagas por mês. E as altas temperaturas consomem mais rápidos componentes como pneus por exemplo”, disse Miura.
Ver todos os comentários | 0 |