Enquanto a presidente Dilma Rousseff estiver cercada por autoridades e protegida por um forte esquema de segurança assistindo ao desfile de comemoração do Dia da Pátria, no palanque montado ao lado da pista que sobe a Esplanada dos Ministérios, sentido leste-oeste, na pista contrária, sentido oeste-leste, uma marcha contra a corrupção promete atrapalhar "com muito barulho" a festa governamental.
Justamente por causa da marcha contra a corrupção, que passará a uma distância de pelo menos 300 metros do palanque presidencial, a Polícia Militar (PM) precisou reforçar a segurança na Esplanada, para evitar problemas e confrontos, mas não quis informar quantos homens colocou a mais na segurança para reforçar o policiamento em Brasília.
Mesmo com reforço nas grades que separam o gramado e as arquibancadas onde o público poderá ficar, no Palácio do Planalto, havia uma preocupação com a proporção que poderá tomar a marcha contra a corrupção. Os organizadores prometem levar muitas vuvuzelas, tambores, apitos e tudo que pudesse fazer barulho, além de faixas e cartazes com dizeres contra a corrupção no País.
Um dos organizadores da marcha, Walter Magalhães, empresário de 28 anos, disse que, apesar de a maior parte da convocação da população ter sido via redes sociais, há uma expectativa de comparecimento de 20 mil pessoas para a manifestação. "É um protesto apartidário, sem qualquer envolvimento com política", afirmou, pedindo a todos que compareçam e usem camisetas pretas, em sinal de luto, a favor do combate à corrupção.
"Não adianta ficar inconformado sentado no sofá de casa. Precisamos fazer alguma coisa para mostrar que estamos vivos e contra isso tudo que está acontecendo", desabafou. Magalhães informou que a marcha sairá às 10 horas, uma hora depois do desfile ter sido iniciado, e que todos vão tentar chegar em algum ponto em frente ao palanque presidencial, mesmo que à distância, "para que as autoridades e os políticos vejam os manifestantes e percebam nossa indignação".
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, informou que vai se juntar aos manifestantes em Brasília. Ele lembrou que esta é "uma manifestação espontânea da sociedade indignada com a deterioração moral e ética". E emendou: "Esta é uma data simbólica e significativa e tem toda uma representatividade histórica para o País, para que o povo brasileiro dê seu grito de independência ou morte que será, agora, um grito de chega de corrupção".
Justamente por causa da marcha contra a corrupção, que passará a uma distância de pelo menos 300 metros do palanque presidencial, a Polícia Militar (PM) precisou reforçar a segurança na Esplanada, para evitar problemas e confrontos, mas não quis informar quantos homens colocou a mais na segurança para reforçar o policiamento em Brasília.
Mesmo com reforço nas grades que separam o gramado e as arquibancadas onde o público poderá ficar, no Palácio do Planalto, havia uma preocupação com a proporção que poderá tomar a marcha contra a corrupção. Os organizadores prometem levar muitas vuvuzelas, tambores, apitos e tudo que pudesse fazer barulho, além de faixas e cartazes com dizeres contra a corrupção no País.
Um dos organizadores da marcha, Walter Magalhães, empresário de 28 anos, disse que, apesar de a maior parte da convocação da população ter sido via redes sociais, há uma expectativa de comparecimento de 20 mil pessoas para a manifestação. "É um protesto apartidário, sem qualquer envolvimento com política", afirmou, pedindo a todos que compareçam e usem camisetas pretas, em sinal de luto, a favor do combate à corrupção.
"Não adianta ficar inconformado sentado no sofá de casa. Precisamos fazer alguma coisa para mostrar que estamos vivos e contra isso tudo que está acontecendo", desabafou. Magalhães informou que a marcha sairá às 10 horas, uma hora depois do desfile ter sido iniciado, e que todos vão tentar chegar em algum ponto em frente ao palanque presidencial, mesmo que à distância, "para que as autoridades e os políticos vejam os manifestantes e percebam nossa indignação".
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, informou que vai se juntar aos manifestantes em Brasília. Ele lembrou que esta é "uma manifestação espontânea da sociedade indignada com a deterioração moral e ética". E emendou: "Esta é uma data simbólica e significativa e tem toda uma representatividade histórica para o País, para que o povo brasileiro dê seu grito de independência ou morte que será, agora, um grito de chega de corrupção".
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