O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa do Piauí na manhã desta segunda, dia 03, para protestar contra a decisão da presidente Dilma Rousseff de vetar projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que define novas regras para a distribuição dos royalties do petróleo beneficiando estados pobres como o Piauí. O parlamentar disse que a presidente perdeu a chance de fazer uma verdadeira e justa distribuição dos recursos arrecadados pelo Governo oriundos da exploração do petróleo no País.
“A decisão da presidente Dilma é política. Ela precisa definir de forma clara como fica o repasse dos recursos. A presidente do Brasil não pode deixar se influenciar pela força política e força da imprensa do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A presidente varreu a sujeira para debaixo do tapete. A nação continua sem definir o que precisa ser definido reforçando um histórico onde os estados mais pobres vão continuar sendo mais pobres e os mais ricos, mais ricos”, disse Marden.
O parlamentar cobrou a execução de reformas políticas, econômicas e justiça social na distribuição dos recursos como forma de promover mais prosperidade no País. “Essa decisão contraria os estados mais pobres do Brasil. A presidente nega o direito a todos os estados brasileiros de participação da divisão dos royalties do pré-sal. Essa conduta adia a efetivação de direitos e as reformas que são essenciais ao País. Quanto mais o Brasil adiar questões como a reforma tributária, política e a distribuição dos royalties a nação viverá uma insegurança sob a força e o poderio dos estados mais fortes e mais prestigiados historicamente”, afirmou Marden.
Marden fechou seu discurso com um questionamento sobre a posição do Governo Federal caso a camada do pré-sal estivesse dentro da região litorânea do Piauí. “E se a camada universal, que não pertence ao Rio, estivesse no mar do Piauí? O que a presidente faria? O que os estados do Sul e Sudeste fariam? Essa reflexão serve para nos colocarmos na realidade do País, com certeza os recursos não ficariam no Piauí. Essa conduta da presidente Dilma é reprovável”, finalizou o deputado do PSDB.
O deputado Antônio Uchoa (PDT) disse em aparte que se sente decepcionado com a presidente Dilma pela posição que ela tomou, e também com o Congresso Nacional, que não realiza as reformas que o País necessita. São prerrogativas que o Congresso adquiriu, mas que não as utiliza em favor do desenvolvimento do País. Também em aparte, o deputado Cícero Magalhães (PT) se solidarizou com Marden e disse que a presidente Dilma perdeu a oportunidade de diminuir o fosso existente entre o Sul e os estados do Nordeste.
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“A decisão da presidente Dilma é política. Ela precisa definir de forma clara como fica o repasse dos recursos. A presidente do Brasil não pode deixar se influenciar pela força política e força da imprensa do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A presidente varreu a sujeira para debaixo do tapete. A nação continua sem definir o que precisa ser definido reforçando um histórico onde os estados mais pobres vão continuar sendo mais pobres e os mais ricos, mais ricos”, disse Marden.
Imagem: Caio Bruno
Marden Menezes
Marden MenezesO parlamentar cobrou a execução de reformas políticas, econômicas e justiça social na distribuição dos recursos como forma de promover mais prosperidade no País. “Essa decisão contraria os estados mais pobres do Brasil. A presidente nega o direito a todos os estados brasileiros de participação da divisão dos royalties do pré-sal. Essa conduta adia a efetivação de direitos e as reformas que são essenciais ao País. Quanto mais o Brasil adiar questões como a reforma tributária, política e a distribuição dos royalties a nação viverá uma insegurança sob a força e o poderio dos estados mais fortes e mais prestigiados historicamente”, afirmou Marden.
Marden fechou seu discurso com um questionamento sobre a posição do Governo Federal caso a camada do pré-sal estivesse dentro da região litorânea do Piauí. “E se a camada universal, que não pertence ao Rio, estivesse no mar do Piauí? O que a presidente faria? O que os estados do Sul e Sudeste fariam? Essa reflexão serve para nos colocarmos na realidade do País, com certeza os recursos não ficariam no Piauí. Essa conduta da presidente Dilma é reprovável”, finalizou o deputado do PSDB.
O deputado Antônio Uchoa (PDT) disse em aparte que se sente decepcionado com a presidente Dilma pela posição que ela tomou, e também com o Congresso Nacional, que não realiza as reformas que o País necessita. São prerrogativas que o Congresso adquiriu, mas que não as utiliza em favor do desenvolvimento do País. Também em aparte, o deputado Cícero Magalhães (PT) se solidarizou com Marden e disse que a presidente Dilma perdeu a oportunidade de diminuir o fosso existente entre o Sul e os estados do Nordeste.
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