Depois da crise provocada pelas declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que disse que o Brasil precisa de "um chute no traseiro" para apressar as obras de preparação da Copa, a presidente Dilma Rousseff recebe hoje, às 10 horas, no Palácio do Planalto, o presidente da Fifa, Joseph Blatter. A conversa, que contará com as presenças de Pelé e Ronaldo Nazário, será para "fumar o cachimbo da paz" e para os dois lados acertarem que precisam manter uma relação institucional e trabalharem em conjunto nesses mais de dois anos que faltam para a realização da Copa do Mundo.
Será um encontro protocolar e cordial. Especula-se, no Planalto, que o mal-estar provocado por Valcke nem seja tratado, ou, no máximo, seja dito que os dois precisam unir seus esforços para que a Copa de 2014 seja realizada com o maior sucesso possível.
A expectativa na Fifa é de que as exigências da entidade (leia na pág. E2) sejam atendidas pelo governo. Ontem, véspera do encontro, a Casa Civil comandou um dia inteiro de reuniões com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e os ministérios envolvidos na realização da Copa.
A reunião do chamado grupo G-Copa, realizada mensalmente, teve como objetivo fazer uma avaliação ponto a ponto da organização do evento. Foram discutidas questões nas áreas de segurança, infraestrutura, comunicações e turismo.
As informações atualizadas foram repassadas à presidente Dilma, para que ela as use, se assim desejar, na conversa com Blatter hoje. A presidente recebeu também um cronograma com a situação das obras dos estádios das cidades-sede.
Crise na CBF. A saída de Ricardo Teixeira da Confederação Brasileira de Futebol não é um assunto da pauta e a presidente entende que não tem nada a ver com este tema. Para a presidente Dilma, a relação com a CBF e a Fifa é uma questão institucional e detalhes de conversas com a instituição devem ser conduzidas pelo Ministério do Esporte. Dilma, aliás, nunca recebeu Ricardo Teixeira em audiência.
Blatter, que está rompido com Teixeira, também promete não entrar no assunto.
Será um encontro protocolar e cordial. Especula-se, no Planalto, que o mal-estar provocado por Valcke nem seja tratado, ou, no máximo, seja dito que os dois precisam unir seus esforços para que a Copa de 2014 seja realizada com o maior sucesso possível.
A expectativa na Fifa é de que as exigências da entidade (leia na pág. E2) sejam atendidas pelo governo. Ontem, véspera do encontro, a Casa Civil comandou um dia inteiro de reuniões com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e os ministérios envolvidos na realização da Copa.
A reunião do chamado grupo G-Copa, realizada mensalmente, teve como objetivo fazer uma avaliação ponto a ponto da organização do evento. Foram discutidas questões nas áreas de segurança, infraestrutura, comunicações e turismo.
As informações atualizadas foram repassadas à presidente Dilma, para que ela as use, se assim desejar, na conversa com Blatter hoje. A presidente recebeu também um cronograma com a situação das obras dos estádios das cidades-sede.
Crise na CBF. A saída de Ricardo Teixeira da Confederação Brasileira de Futebol não é um assunto da pauta e a presidente entende que não tem nada a ver com este tema. Para a presidente Dilma, a relação com a CBF e a Fifa é uma questão institucional e detalhes de conversas com a instituição devem ser conduzidas pelo Ministério do Esporte. Dilma, aliás, nunca recebeu Ricardo Teixeira em audiência.
Blatter, que está rompido com Teixeira, também promete não entrar no assunto.
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