A Câmara Municipal de Campinas definiu nesta terça-feira, 10, por eleição indireta, o novo prefeito da cidade para um mandato-tampão de 8 meses. Pedro Serafim Júnior (PDT) recebeu 22 votos de um total de 33 vereadores e terá como missão por fim à instabilidade política na cidade, que assistiu às cassações do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e do vice-prefeito Demétrio Vilagra (PT) entre agosto e dezembro do ano passado. Ambos perderam os mandatos após se envolveram em denúncias sobre um esquema de corrupção e desvio de dinheiro público na Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa) de Campinas.
Serafim Júnior já comandava a prefeitura interinamente há três meses, quando deixou a presidência da Câmara Municipal para assumir o Executivo em virtude da cassação do vice-prefeito. Em seu discurso, ele afirmou que priorizará a aplicação de um plano de transparência, composto de ações para prevenir práticas de corrupção e o mau gerenciamento do orçamento da cidade. Além do tom moralizador, Serafim Júnior prometeu efetuar um “choque de gestão” para favorecer o crescimento econômico de Campinas e melhorar a qualidade dos serviços públicos.
O segundo colocado, Arly Arly de Lara Romêo (PSB), teve cinco votos – incluindo o dele próprio – e não contou com o apoio dos três vereadores do PT, apesar de a executiva estadual petista ter aprovado, na segunda-feira, 9, uma nota de orientação para que eles votassem no candidato do PSB. O gesto, segundo o presidente estadual do PT, Edinho Silva, seria um sinal de “boa vontade” do partido em busca do apoio dos socialistas à candidatura de Fernando Haddad para a Prefeitura da capital paulista. Ao assumir a tribuna, porém, Jaírson Canário (PT), declarou que os vereadores do partido iriam se abster da votação. Em seguida, Josias Lech (PT) também se absteve e Angelo Barreto (PT) faltou à sessão. Os dois vereadores do PV – Vicente Carvalho e Zé do Gelo – também se abstiveram de votar.
O candidato Antonio Francisco dos Santos (PMN), que nas campanhas usa a alcunha de “o politizador”, teve um voto – o dele próprio – e o procurador José Ferreira Campos Filho (Sem partido) não recebeu nenhum voto.
Apesar do grande número de cidadãos presentes no plenário da Câmara, a eleição transcorreu rapidamente e o resultado da votação foi proferido após pouco mais de uma hora de sessão.
Serafim Júnior já comandava a prefeitura interinamente há três meses, quando deixou a presidência da Câmara Municipal para assumir o Executivo em virtude da cassação do vice-prefeito. Em seu discurso, ele afirmou que priorizará a aplicação de um plano de transparência, composto de ações para prevenir práticas de corrupção e o mau gerenciamento do orçamento da cidade. Além do tom moralizador, Serafim Júnior prometeu efetuar um “choque de gestão” para favorecer o crescimento econômico de Campinas e melhorar a qualidade dos serviços públicos.
O segundo colocado, Arly Arly de Lara Romêo (PSB), teve cinco votos – incluindo o dele próprio – e não contou com o apoio dos três vereadores do PT, apesar de a executiva estadual petista ter aprovado, na segunda-feira, 9, uma nota de orientação para que eles votassem no candidato do PSB. O gesto, segundo o presidente estadual do PT, Edinho Silva, seria um sinal de “boa vontade” do partido em busca do apoio dos socialistas à candidatura de Fernando Haddad para a Prefeitura da capital paulista. Ao assumir a tribuna, porém, Jaírson Canário (PT), declarou que os vereadores do partido iriam se abster da votação. Em seguida, Josias Lech (PT) também se absteve e Angelo Barreto (PT) faltou à sessão. Os dois vereadores do PV – Vicente Carvalho e Zé do Gelo – também se abstiveram de votar.
O candidato Antonio Francisco dos Santos (PMN), que nas campanhas usa a alcunha de “o politizador”, teve um voto – o dele próprio – e o procurador José Ferreira Campos Filho (Sem partido) não recebeu nenhum voto.
Apesar do grande número de cidadãos presentes no plenário da Câmara, a eleição transcorreu rapidamente e o resultado da votação foi proferido após pouco mais de uma hora de sessão.
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