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Política

Prefeito de Sebastião Barros condenado por pedofilia entra com recurso para não ser preso

O prefeito foi condenado porque, segundo a acusação, deu carona para uma família e tentou abusar sexualmente de uma criança de 8 anos que fazia tratamento de leucemia em Teresina.

Imagem: ReproduçãoClique para ampliarPrefeito Geraldo Mineiro(Imagem:Reprodução)Prefeito Geraldo Mineiro
O prefeito da cidade de Sebastião Barros, Geraldo Eustáquio Machado, conhecido como “Geraldo Mineiro”, condenado pela 2ª Câmara Especializada Criminal do Tribunal de Justiça a 8 anos de cadeia acusado de pedofilia, interpôs Agravo de Instrumento contra a decisão que negou seguimento aos recursos Especial e Extraordinário junto ao Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal, respectivamente. Os autos foram remetidos no dia 9 de abril de 2012.

Entenda o caso

Geraldo Mineiro foi condenado porque, segundo a acusação, teria dado carona a Jane Mere Soschinske Vieira, esposa do presidente da Câmara Municipal de Corrente, Raimundo Augusto da Silva Vieira, Gutão e sua filha de oito anos que fazia tratamento de Leucemia em Teresina e tentado abusar sexualmente da criança durante viagem à Teresina.

No percurso, compreendido entre a cidade de Bom Jesus à Estaca Zero, o prefeito Geraldo Mineiro pediu que a esposa, que os acompanhava, assumisse a condução do veículo. Ao trocar de lugar ficou no banco de passageiros, ao lado da criança, que sentava entre os dois bancos dianteiros. Ao retomarem a viagem, o prefeito teria colocado o travesseiro que sua esposa trazia consigo no colo e conduziu a mão da criança para baixo do travesseiro, onde a teria feito acariciar seu órgão genital.

A mãe da criança viajava no banco de trás, com seu filho menor e com outro passageiro. Em uma parada na estrada, a criança contou a mãe os abusos que vinha sofrendo. Impossibilitada de interromper a viagem, levou a criança para o banco traseiro e, ao encontrar o marido, narrou todo ocorrido.

Geraldo Mineiro chegou a ser ouvido pela CPI da Pedofilia do Senado Federal, na condição de acusado. Com liminar deferida pelo Supremo Tribunal Federal utilizou, quando lhe foi conveniente, a faculdade de ficar calado a fim de não comprometer a sua defesa. Disse na ocasião que a acusação era falsa e fazia parte de uma de uma armação política para desmoralizá-lo e tomarem a Prefeitura de Sebastião Barros.

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