A destinação de 10% da receita bruta da União para o Sistema Único de Saúde é o objetivo da campanha Em Defesa da Saúde Pública lançada nesta sexta (22), no Conselho Regional de Medicina. O prefeito Elmano Férrer participou da solenidade e assinou o abaixo-assinado em apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe o aumento do repasse.
Para garantir a tramitação do projeto é preciso coletar no mínimo 1,5 milhão de assinaturas, que corresponde a 1% do eleitorado, distribuídos em no mínimo cinco estados, e apresentar a proposta à Câmara dos Deputados. "O Sistema Único de Saúde tem uma demanda muito grande, por isso a campanha é de suma importância para se conseguir mais recursos e com isso oferecer uma saúde pública com mais qualidade e eficiência", defende o prefeito, destacando que atualmente 33% do Orçamento de Teresina são destinados para área da saúde.
A campanha Em Defesa da Saúde Pública é promovida pelas entidades médicas do Piauí em parceria com a Ordem dos Advogados do Piauí e Arquidiocese de Teresina. O presidente do CRM/PI, Fernando Correia Lima, detalha que com estes recursos, o Estado poderá comprar mais e melhorar os equipamentos, manter programas de prevenção e cuidados, contratar profissionais, oferecer salários adequados às equipes e tornar o SUS um modelo realmente eficiente.
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Para garantir a tramitação do projeto é preciso coletar no mínimo 1,5 milhão de assinaturas, que corresponde a 1% do eleitorado, distribuídos em no mínimo cinco estados, e apresentar a proposta à Câmara dos Deputados. "O Sistema Único de Saúde tem uma demanda muito grande, por isso a campanha é de suma importância para se conseguir mais recursos e com isso oferecer uma saúde pública com mais qualidade e eficiência", defende o prefeito, destacando que atualmente 33% do Orçamento de Teresina são destinados para área da saúde.
A campanha Em Defesa da Saúde Pública é promovida pelas entidades médicas do Piauí em parceria com a Ordem dos Advogados do Piauí e Arquidiocese de Teresina. O presidente do CRM/PI, Fernando Correia Lima, detalha que com estes recursos, o Estado poderá comprar mais e melhorar os equipamentos, manter programas de prevenção e cuidados, contratar profissionais, oferecer salários adequados às equipes e tornar o SUS um modelo realmente eficiente.
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