“Isso aqui virou um paraíso, tá bom demais”, comemora o motorista Waldick Borges, um caminhoneiro picoense que há 15 anos transporta cargas da região dos cerrados e que sofria muito com a precariedade das estradas, principalmente no trecho da PI 247 entre as cidades de Bertolínia e Sebastião Leal.
“Era carro quebrando, prejuízo por cima de prejuízo, coisa de deixar motorista doido”. Waldick Borges estava no município de Sebastião Leal no último dia 10, aguardando para carregar seu caminhão com 15 mil quilos de milho, no momento em que o governador Wilson Martins inaugurava o novo trecho asfalto da estrada e comemorou muito.
”Vi muita carreta atolada aqui nesse trecho, era de cortar o coração, mas agora acabou. Temos mesmo é que comemorar esta obra”, disse. Ele conta que para atravessar o trecho de 17 quilômetros, no período do inverno, chegava a gastar três horas. “Uma viagem de Sebastião Leal a Picos era feita em dez e até doze horas, mas agora faço em cinco ou seis horas, com muito mais segurança e tranquilidade”.
“É a primeira vez que ando por aqui. A estrada está muito boa, ótima mesmo, diz Francisco Firmino, outro caminhoneiro, que confessa: “Não vim antes porque já sabia que a estrada não prestava, quebrava nossos carros”. Para o motorista Tiago da Mata, o sofrimento era grande. “A gente sofria muito nessa estrada. O carro quebrava e o gasto com peças e reposição comia o lucro do frete. Agora ficou bom”.
A PI 247, entre Bertolínia e Sebastião Leal, foi considerada durante muito tempo como uma das piores estradas do Brasil. “No inverno era a estrada da lama e no verão, a estrada da ‘puaca’, disse o governador Wilson Martins, ao inaugurar a rodovia.
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“Era carro quebrando, prejuízo por cima de prejuízo, coisa de deixar motorista doido”. Waldick Borges estava no município de Sebastião Leal no último dia 10, aguardando para carregar seu caminhão com 15 mil quilos de milho, no momento em que o governador Wilson Martins inaugurava o novo trecho asfalto da estrada e comemorou muito.
Imagem: Francisco Leal
Waldick Borges - Caminhoneiro de Picos
Waldick Borges - Caminhoneiro de Picos”Vi muita carreta atolada aqui nesse trecho, era de cortar o coração, mas agora acabou. Temos mesmo é que comemorar esta obra”, disse. Ele conta que para atravessar o trecho de 17 quilômetros, no período do inverno, chegava a gastar três horas. “Uma viagem de Sebastião Leal a Picos era feita em dez e até doze horas, mas agora faço em cinco ou seis horas, com muito mais segurança e tranquilidade”.
“É a primeira vez que ando por aqui. A estrada está muito boa, ótima mesmo, diz Francisco Firmino, outro caminhoneiro, que confessa: “Não vim antes porque já sabia que a estrada não prestava, quebrava nossos carros”. Para o motorista Tiago da Mata, o sofrimento era grande. “A gente sofria muito nessa estrada. O carro quebrava e o gasto com peças e reposição comia o lucro do frete. Agora ficou bom”.
A PI 247, entre Bertolínia e Sebastião Leal, foi considerada durante muito tempo como uma das piores estradas do Brasil. “No inverno era a estrada da lama e no verão, a estrada da ‘puaca’, disse o governador Wilson Martins, ao inaugurar a rodovia.
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