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Deputada Flora Izabel quer agência para micro e pequena empresa

Segundo ela, o banco lançou este projeto pioneiro, beneficiando estados ricos como São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e excluindo Estados mais carentes como o Piauí.

A deputada estadual Flora Izabel (PT) defendeu na tribuna da Assembleia Legislativa a inclusão do Piauí no programa de criação de agências especializadas do Banco do Brasil para o atendimento exclusivo às micro e pequenas empresas. Ela afirmou que as micro e pequenas empresas, mesmo com as dificuldades de acesso a capital de giro, por exemplo, empregaram mais de 109 mil pessoas no Piauí no período de 2000 a 2011.

Segundo ela, o banco lançou este projeto pioneiro, beneficiando estados ricos como São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e excluindo Estados mais carentes como o Piauí que ao longo da história foi deixado à margem dos investimentos.

Imagem: Caio BrunoDeputada Flora Izabel (Imagem:Caio Bruno)Deputada Flora Izabel 

“A mídia nacional noticiou no fim de semana que o Banco do Brasil lançou um projeto pioneiro no país de criação de duas agências exclusivamente dedicadas ao atendimento de micro e pequenos empresários, em Bauru, interior de São Paulo, e em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, sendo que a primeira agência do gênero da instituição já funciona em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Segundo a deputada petista, a abertura de outras cinco agências voltadas para os micro e pequenos empresários está sendo analisada pelo banco. Essas unidades têm funcionários treinados nos produtos de interesse da micro e pequena empresa, capazes de fazer uma espécie de consultoria financeira para o público atendido.

“O Piauí precisa ser incluído com urgência no programa do Banco do Brasil por ser um dos Estados da Federação onde as micro e pequenas empresas, mesmo enfrentando os problemas de entraves no acesso aos financiamentos, são mais produtivas, com a geração de muitos empregos e com elevado impacto na redução da pobreza no Estado”, falou Flora.

A parlamentar explicou que não é exagero dizer que hoje uma grande fatia da renda gerada nas regiões mais carentes do Piauí tem alguma relação com a força da micro e pequena empresa.

Segundo ela, a inclusão das micro e pequenas empresas neste programa, além de garantir um maior incentivo, competitividade e sustentabilidade aos pequenos empreendimentos, vai corrigir uma injustiça com o Piauí que ao longo da história foi deixado à margem, principalmente no que diz respeito aos projetos voltados para os empresários de menor poder de movimentação financeira.

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